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Author name: sindicato urbanitarios

Reaproveitamento dos trabalhadores da Eletrobras: uma luta por justiça e soberania energética

Durante a Plenária Geral Estatutária Anual da FNU, Wellington Diniz, secretário de Assuntos Jurídicos da FNU e dirigente do STIUMA, apresentou o tema: “Da Justiça à Ação Política: a jornada dos trabalhadores da Eletrobras”. Ele destacou que a privatização da Eletrobras, em julho de 2022, resultou no desligamento de um grande número de profissionais concursados, altamente qualificados e com papel estratégico no setor elétrico. A luta agora é pela aprovação dos PLs 1791/2019 e 1189/2023, que permitem o reaproveitamento desses trabalhadores/as em empresas públicas federais, preservando o capital humano e garantindo a soberania energética do país. “Não se trata de privilégio, mas de responsabilidade. São profissionais que ajudaram a construir o setor elétrico brasileiro e continuam prontos para servir”, reforçou Wellington. A apresentação também mostrou precedentes jurídicos que comprovam a viabilidade dessa reintegração, como os casos da RFFSA, Infraero/NAV e CEDAE, além de enfatizar que a luta é coletiva e precisa do engajamento de toda a sociedade. Leia na íntegra: 👇https://www.fnucut.org.br/49035/da-justica-a-acao-politica-a-jornada-dos-trabalhadores-da-eletrobras/ #FNU

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PPLR 2026: Comissão da Equatorial Celpa diz não a todos os seis itens da proposta formulada pelos Sindicatos

Conforme noticiamos, aconteceu no dia 21 de agosto a segunda reunião de negociação do Programa de Participação nos Lucros ou Resultados (PPLR) referente ao ano de 2026.A Comissão da Equatorial Celpa foi à mesa de negociação somente para dizer não a todos os seis pontos da proposta apresentada pelos Sindicatos (Urbanitários e Engenheiros) na reunião do dia 7 de agosto. CADÊ O FOCO EM GENTE E TRANSPARÊNCIA Com esse posicionamento, a empresa joga no lixo o seu discurso de “Transparência e Foco em Gente”, pois insiste em manter uma prática de discriminação entre os trabalhadores, negando uma PLR digna à maioria e premiando com uma PLR elevada a um grupo, com valores médios de 6 salários. A Equatorial Celpa segue resistindo em dar transparência às informações sobre o Programa de Participação Gerencial Equatorial (PGE), continua dizendo não à proposta de escrever no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), preferindo manter a PLR desse grupo como uma verdadeira caixa preta.Isso definitivamente não é adotar o valor Transparência! ESTACA ZERO! Ou seja, após duas reuniões para tratar do PPLR 2026, estamos na estaca zero.Uma nova reunião está agendada para esta quinta-feira, dia 28 de agosto, às 15h.

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Congresso e Plenária da Federação Nacional dos Urbanitários

O Sindicato dos Urbanitários do Pará participa no Rio de Janeiro da Plenária Estatutária e do Congresso Extraordinário da FNU, no período de 19 a 21 de agosto. O evento acontece na sede da FNU com a presença de mais de 50 dirigentes dos sindicatos filiados. Mesa de abertura A mesa de abertura, coordenada pela secretária-geral da FNU, Iara Nascimento, contou com a presença de: 📌 ONDE HÁ URBANITÁRIO, HÁ FNU!Juntos para defender, unidos para avançar.

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Deus, pátria e família para palerma ver

Por Ruy Castro Os últimos acontecimentos deixam claro. Os Bolsonaros, pai e filhos, puseram as cartas na mesa e passaram a jogar aberto. Nem o slogan publicitário fascista “Deus, pátria e família”, de que tanto se valeram, escapou. Já deve estar sendo aposentado tanto pelos pascácios, pessoas simplórias e bem intencionadas que acreditavam nele, quanto pelos espertos, que o usavam para tapear os ditos pascácios. Vejamos por quê. Bolsonaros x Deus Embora O invoquem o tempo todo, as verdadeiras relações entre Deus e os Bolsonaros são zero. Deus não admitiria entre os Seus um sujeito com a vulgaridade e falta de escrúpulos de Bolsonaro pai, defensor da tortura, dado a “pintar um clima” com vulneráveis e nitidamente hipócrita em suas atitudes diante da religião. Flávio Bolsonaro, por sua vez, comprador de mansões de R$ 6 milhões com dinheiro vivo oriundo de “rachadinhas”, não passará pelo buraco da agulha. Bolsonaros x pátria Está mais do que claro agora que o mote “Brasil acima de tudo” era para palerma ver. A campanha de Eduardo Bolsonaro junto ao governo Trump para quebrar a economia brasileira em troca da liberdade de seu pai representa um golpe de estado por uma potência estrangeira. É um crime de traição nunca visto no país. Se as instituições se vergarem aos EUA e inocentarem Bolsonaro, o Brasil pode pedir sua incorporação como a 51ª estrela da bandeira americana. Bolsonaros x família Além do fato, hoje indiscutível, de que botam os interesses de sua família sobre os interesses do Brasil, os Bolsonaros têm posição marcada no embate entre a proteção às crianças brasileiras e o abuso e o estupro tecnológico dessas mesmas crianças, promovidos pelas Big Techs e pelos tarados que as frequentam. Os Bolsonaros são contra as crianças e a favor das Big Techs e dos tarados. Posição difícil de entender, sabendo-se que Flavio, Eduardo e Carlos Bolsonaro têm cinco filhos menores, dos quais quatro meninas. Haverá leis suficientes no Brasil para um dia classificar esses homens?

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Reforma do Imposto de Renda: um passo para a justiça tributária

Jornada Nacional de Debates do Dieese e centrais sindicais O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e centrais sindicais, entre as quais a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a qual o Sindicato dos Urbanitários do Pará é filiado, promoveram na segunda-feira, 18 de agosto, às 9h, no auditório do Sindicato dos Urbanitários do Pará, o seminário “Reforma do Imposto de Renda: um passo para a justiça tributária”. Com foco em combater a desigualdade social e promover justiça fiscal, a Jornada Nacional de Debates – Reforma do Imposto de Renda: um passo para a justiça tributária, do Dieese, reuniu lideranças sindicais, economistas e representantes de entidades do movimento sindical em torno de um tema urgente: a necessidade de reformar a tabela do Imposto de Renda no Brasil. Projeto de Lei 1.087/2025 Foi debatido o projeto de Lei 1.087/2025, que propõe isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês.No entanto, o projeto vem sendo boicotado por parlamentares bolsonaristas e da extrema-direita, pois atende diretamente aos interesses da população. Segundo os debatedores, lamentavelmente, a maioria do Congresso Nacional atua contra a classe trabalhadora. Um dos exemplos apontados é que os grandes lucros dos empresários são isentos de Imposto de Renda, mas o trabalhador não tem isenção sobre a PLR (Participação nos Lucros e Resultados). Desigualdade no sistema tributário brasileiro De acordo com os dados apresentados no seminário, o Brasil ocupa a 13ª colocação entre 136 países no ranking de concentração de renda no topo.Isso demonstra a enorme desigualdade do sistema tributário atual e reforça a necessidade de uma reforma tributária justa que beneficie a população e reduza a distância entre ricos e pobres.

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PPLR 2026: Sindicatos (Urbanitários e Engenheiros) apresentam proposta de PLR. Nova reunião nesta quinta-feira, 21 de agosto

Nesta quinta-feira, dia 21 de agosto de 2025, às 15h, Sindicatos dos Urbanitários e dos Engenheiros terão reunião com a Equatorial Celpa para dar continuidade às negociações do Programa de Participação nos Lucros ou Resultados referente ao ano de 2026. A comissão de negociação do PPLR 2026 da empresa deverá se manifestar em relação à proposta dos Sindicatos apresentada na primeira reunião, realizada no dia 7 de agosto. Veja abaixo a proposta apresentada. Cláusula 9ª – PPLR A EQUATORIAL PARÁ e as entidades sindicais comporão comissão paritária, composta por nove representantes, sendo três de cada sindicato que representam os trabalhadores da EQUATORIAL PARÁ (STIUPA e SENGE) e três representantes da Empresa, estes com voto qualitativo em dobro, para discutir, analisar e aprovar um Programa de Participação nos Lucros ou Resultados – PPLR para 2026, de acordo com o previsto na Lei 10.101, de 19 de dezembro de 2000. Parágrafo primeiro: Tal comissão terá legitimidade para discutir e aprovar o programa em nome dos Trabalhadores, incluindo sua estrutura, conceitos, procedimentos e condicionantes do Programa. Parágrafo segundo: Os trabalhos da comissão iniciarão no dia 01/08/2025 e se estenderão até 30/09/2025, e o programa será oficialmente implantado em 01/01/2026, com vigência até 31/12/2026. PPLR 2026 – Proposta dos Sindicatos Observação: Caso alguma área/gerência não defina as metas em conjunto com os trabalhadores até o final do mês de janeiro, a Empresa será obrigada a pagar a PLR integral aos empregados lotados na referida área/gerência.

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No Brasil, o BNDES financia privatizações no saneamento; no mundo, bancos públicos buscam fortalecer empresas estatais

No Brasil, o banco público (BNDES) que deveria impulsionar o saneamento estatal tem direcionado recursos e estrutura técnica para viabilizar privatizações. Em outros países, a experiência tem se mostrado oposta: bancos públicos investem no fortalecimento de empresas estatais, ampliando o acesso à água e ao esgoto com tarifas justas e qualidade, como na Costa Rica e na Índia, onde a prioridade é manter a gestão pública e universalizar os serviços. Esta análise está no livro Public Banks and Public Water in the Global South (Bancos Públicos e Água Pública no Sul Global). Historicamente, o BNDES já apoiou operadoras públicas de saneamento, mas após o novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020), passou a fornecer crédito, apoio técnico e estruturação de concessões para empresas privadas. Essa mudança priva recursos que poderiam ampliar a cobertura pública e fortalece projetos com foco no lucro. “O BNDES é um banco público e, por isso, deveria financiar empresas públicas, não entregar estrutura para que o setor privado lucre com um serviço essencial. No saneamento, o objetivo não pode ser apenas o lucro. Ele precisa garantir emprego digno, salários justos e atendimento de qualidade” — Lázaro de Godoy Neto, presidente do Sindágua-MS. Essa política fragiliza empresas públicas como a Sanesul (Empresa de Saneamento do Mato Grosso do Sul), que já enfrentam dificuldades orçamentárias. Ao repassar recursos ao setor privado, corre-se o risco de rebaixar salários, precarizar postos de trabalho e minar direitos históricos — como já ocorreu em outros segmentos.

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