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Author name: sindicato urbanitarios

Conselho Curador aprova distribuição de lucro do FGTS para trabalhadores

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou, no dia 28, a proposta do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para a distribuição de R$ 13.042.511.777,08 do resultado positivo do Fundo referente ao exercício de 2025. O valor corresponde a 89% do lucro apurado no período, de R$ 14,7 bilhões, e será creditado na primeira quinzena de agosto para aproximadamente 138,2 milhões de trabalhadores que possuíam saldo em contas vinculadas do FGTS em 31 de dezembro de 2025. O crédito representa um acréscimo de 1,87% na rentabilidade das contas, calculado proporcionalmente ao saldo existente em 31 de dezembro de 2025. Com a distribuição, a rentabilidade total das contas no ano alcança 6,90% (TR + 3% ao ano + distribuição), superando a inflação medida pelo IPCA em 2,53 pontos percentuais. Durante a reunião, foram apresentadas as demonstrações financeiras do FGTS referentes ao exercício de 2025. O Fundo registrou a maior arrecadação de sua história, que passou de R$ 192,5 bilhões, em 2024, para R$ 212,56 bilhões, em 2025. Os saques também cresceram no período, totalizando R$ 190,4 bilhões, alta de 18,3% em relação aos R$ 160,9 bilhões registrados no ano anterior. As receitas do Fundo mantiveram trajetória de crescimento, passando de R$ 52,5 bilhões, em 2024, para R$ 64,5 bilhões, em 2025. Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho

Prevenir acidentes é proteger vidas. No dia 27 de julho, a FNU e sindicatos filiados reforçam a importância da saúde e da segurança no trabalho como direitos fundamentais de toda a classe trabalhadora. A data foi instituída em 1972, quando o Ministério do Trabalho regulamentou a formação de profissionais de Segurança e Medicina do Trabalho e fortaleceu a estrutura de prevenção nas empresas brasileiras. Desde então, o 27 de julho tornou-se um marco da conscientização sobre a necessidade de ambientes de trabalho seguros e saudáveis. No ramo urbanitário, essa reflexão é ainda mais necessária. Trabalhadoras e trabalhadores dos setores de energia elétrica, saneamento, gás e meio ambiente desempenham atividades essenciais para a população, muitas vezes expostos a riscos que exigem investimento permanente em prevenção, capacitação, equipamentos de proteção, condições adequadas de trabalho e respeito às normas de segurança. Para a FNU, nenhuma meta de produtividade ou resultado financeiro pode estar acima da vida. Valorizar quem trabalha é investir em prevenção, fortalecer a cultura de segurança e garantir condições dignas para que todos retornem para casa em segurança ao fim de cada jornada. Prevenir acidentes é um compromisso coletivo. Defender a vida também é defender o trabalho digno e os serviços públicos de qualidade.

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PEC torna água direito fundamental e proíbe privatização do abastecimento

Proposta inclui a água potável entre os direitos sociais da Constituição, impede a transferência do abastecimento à iniciativa privada e protege famílias vulneráveis contra o corte do fornecimento O deputado federal Alencar Santana (PT-SP) apresentou, no dia 16 de julho, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para reconhecer expressamente o acesso à água potável como direito fundamental social e impedir a privatização do serviço público de abastecimento de água no Brasil. A proposta inclui a água potável entre os direitos sociais previstos no artigo 6º da Constituição, ao lado da educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia e transporte. O texto também classifica o abastecimento destinado ao consumo humano como serviço público essencial e indelegável, que deverá permanecer sob controle do Estado. Além de proibir concessões, permissões e parcerias público-privadas no setor, a PEC assegura um volume mínimo vital de água às pessoas que não têm condições econômicas de pagar pelo serviço. Os contratos privados atualmente existentes teriam um período de transição de até cinco anos para serem substituídos pela prestação direta do Poder Público. Água potável passa a integrar os direitos sociais A primeira mudança proposta por Alencar Santana ocorre no artigo 6º da Constituição Federal. Caso a PEC seja aprovada, o dispositivo passará a ter a seguinte redação: “Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, a água potável e o saneamento básico, na forma desta Constituição.” A PEC também cria o artigo 175-A, que define o abastecimento de água potável como serviço essencial e estabelece que sua prestação deverá ser realizada diretamente pelo Estado ou por uma entidade da administração pública sob controle estatal. “O serviço público de abastecimento de água potável destinado ao consumo humano é essencial, indelegável e deverá ser prestado diretamente pelo Poder Público ou por entidade integrante da Administração Pública direta ou indireta, sob controle estatal”, determina a proposta. PEC proíbe concessões e parcerias com empresas privadas O texto proíbe expressamente a privatização, concessão, permissão, autorização, parceria público-privada, subconcessão, cessão de controle ou transferência de ativos essenciais relacionados ao abastecimento de água. A vedação também alcança qualquer outra forma de delegação que transfira para uma empresa privada a gestão, a operação, a arrecadação, a exploração econômica ou o controle estratégico do serviço. A PEC, no entanto, permite que órgãos públicos ou empresas estatais contratem companhias privadas para executar atividades instrumentais, como obras, manutenção, fornecimento de equipamentos, tecnologia, insumos, estudos técnicos e serviços especializados. Esses contratos não poderão transferir ao particular a titularidade do serviço, a gestão, a operação, a arrecadação das tarifas, a relação direta com os usuários ou o controle estratégico do abastecimento. Na justificativa, o texto resume essa divisão de responsabilidades: “O Estado poderá contratar meios, mas não poderá entregar a terceiros privados a própria política pública de abastecimento de água”. Fornecimento mínimo não poderá ser cortado por falta de recursos Outro ponto central da proposta é a criação do chamado acesso mínimo vital à água potável. Segundo a PEC, esse fornecimento não poderá ser interrompido quando o usuário não tiver condições econômicas de pagar pelo serviço. “O acesso mínimo vital à água potável não poderá ser interrompido por incapacidade econômica do usuário, nos termos da lei, assegurada política pública de gratuidade ou tarifa social para pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade”, estabelece o projeto. O texto define o direito à água como o acesso a um fornecimento universal, contínuo, seguro, suficiente, salubre e economicamente acessível. O abastecimento deverá ser destinado prioritariamente ao consumo humano, à higiene, à saúde, à alimentação e à garantia da dignidade humana. A legislação também deverá estabelecer normas nacionais de planejamento, financiamento, controle social, transparência tarifária, qualidade, universalização e segurança hídrica. Consumo humano terá prioridade na proteção da água A PEC ainda altera o artigo 225 da Constituição, que trata do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. O novo dispositivo determina que a proteção dos recursos hídricos deverá priorizar o abastecimento humano, a dessedentação animal, a segurança alimentar, a saúde pública e a preservação dos ecossistemas. Também deverá ser assegurada a garantia intergeracional do direito fundamental à água, impedindo que os recursos hídricos sejam utilizados de maneira incompatível com a dignidade da pessoa humana, a função socioambiental e o interesse público. A proposta coloca, assim, o consumo humano e a proteção ambiental acima da exploração econômica dos recursos hídricos. Contratos privados terão transição de até cinco anos Os contratos de concessão, parceria público-privada ou outras modalidades de delegação atualmente em vigor deverão ser progressivamente substituídos pela prestação direta do Poder Público ou de uma entidade estatal. O prazo máximo para a retomada pública do serviço será de cinco anos, contado a partir da eventual promulgação da emenda constitucional. Durante esse período, a proposta proíbe a celebração de novos contratos privados, assim como a prorrogação, renovação, ampliação ou transferência de controle dos contratos existentes. A extinção antecipada deverá respeitar processo administrativo regular, continuidade do serviço, proteção dos usuários e transparência pública. Quando cabível, a indenização ficará limitada aos investimentos comprovadamente realizados e ainda não amortizados ou depreciados. União, estados, Distrito Federal e municípios terão 180 dias para elaborar planos de reassunção pública do abastecimento. Os documentos deverão estabelecer metas de universalização, financiamento, controle social, recomposição da capacidade operacional e proteção dos trabalhadores vinculados ao serviço. A PEC também autoriza a criação de consórcios públicos, fundos, subsídios cruzados e mecanismos de assistência técnica e financeira para garantir a continuidade e a qualidade do abastecimento. “A água não é uma mercadoria” Na justificativa da proposta, Alencar Santana sustenta que o abastecimento não pode ficar subordinado à capacidade de pagamento dos usuários ou à rentabilidade de empresas privadas. “A água não é uma mercadoria, é condição material da vida, da saúde, da alimentação, da higiene, da moradia digna, da proteção ambiental e do exercício de todos os demais direitos fundamentais”, afirma o documento. Segundo a justificativa, a transferência de serviços essenciais à iniciativa privada tende a

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Águas do Pará/Águas de São Francisco:

Sindicato dos Urbanitários do Pará fecha acordo com ganho real nos salários A partir de julho, os salários dos trabalhadores da Águas do Pará terão reposição de 4,74%. Já os trabalhadores/as da empresa Águas de São Francisco terão aumento de 6,36%. Além desse aumento, terão ainda reposição nos valores do Auxílio-alimentação de 5%. Esses ganhos estão assegurados no acordo coletivo de trabalho (ACT) negociado, acordado e assinado pelo Sindicato dos Urbanitários do Pará e pelas empresas Águas do Pará e Águas de São Francisco. A assinatura do ACT, que tem vigência de dois anos, aconteceu no dia 14 de julho de 2026. A data-base dos trabalhadores da Águas do Pará e Águas de São Francisco transcorre anualmente em 1º de março. Ou seja, salários e demais itens do acordo devem ser reajustados em março. Para se chegar ao acordo, Sindicato e empresas dialogaram durante quase quatro meses, de abril a julho. Por isso, os salários de julho terão, além da reposição de 6,36%, o valor referente ao retroativo aos meses de março, abril, maio e junho. O Sindicato conseguiu ainda outros ganhos importantes, como a elevação do piso salarial, o Auxílio-alimentação deslocamento, licença-maternidade e paternidade para mães e pais adotivos, garantia de plano de saúde, Periculosidade, Insalubridade, Cipa, representação sindical em cada bloco de concessão A, B, C e D, entre outros benefícios. A proposta do primeiro acordo coletivo de trabalho (ACT) dos empregados/as da Águas do Pará, com vigência de março de 2026 a de fevereiro de 2028, foi aprovado em assembleias realizadas pelo Sindicato dos Urbanitários do Pará na sede da empresa, na avenida Almirante Barroso, no setor operacional (Benguí – Conjunto Sideral), ambas em Belém; em Castanhal, e em Barcarena (Águas de São Francisco), no período de 8 a 13 de julho. Fortaleça a sua categoria, sindicalize-se!

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Quarta grande onda de nacionalizações: mundo amplia presença do Estado em setores estratégicos

Análise publicada em revista do FMI aponta crescimento da atuação estatal em áreas consideradas essenciais. Para a Federação Nacional dos Urbanitários, o movimento reforça a importância de recuperar empresas estratégicas para atender ao interesse público. Segundo reportagem publicada pela revista Exame, com base em uma edição especial da Finance & Development, publicação oficial do Fundo Monetário Internacional (FMI), governos de diferentes países vêm ampliando sua participação em empresas e ativos considerados estratégicos para a economia. O movimento foi classificado pelo historiador econômico Nicholas Mulder, da Universidade Cornell, como uma “quarta grande onda de nacionalizações”. A tendência representa uma mudança na forma como diversos países enfrentam desafios relacionados à segurança econômica, à política industrial e à soberania nacional. De acordo com a reportagem, o debate internacional deixou de se concentrar apenas no tamanho do Estado e passou a considerar o papel dos governos na proteção de setores essenciais, como energia, infraestrutura, recursos naturais, minerais críticos e cadeias produtivas estratégicas. Diante das transformações geopolíticas e econômicas dos últimos anos, diversos governos vêm aumentando sua participação em setores estratégicos. Em alguns casos, países também recorreram à nacionalização de empresas e ativos considerados fundamentais para ampliar a capacidade de planejamento, proteger a economia e garantir a segurança nacional. Brasil segue debatendo novas privatizações Para a Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), o cenário apresentado pela reportagem traz uma reflexão importante para o Brasil. Enquanto diversos países fortalecem a presença do Estado em áreas estratégicas, o Brasil ainda convive com processos de privatização e concessão em setores essenciais, como energia elétrica, água e saneamento básico. Na avaliação da Federação, experiências recentes de privatização no país têm sido acompanhadas por aumento de tarifas, críticas relacionadas à qualidade dos serviços, redução de investimentos em determinados casos e precarização das relações de trabalho. Esses processos também podem reduzir a capacidade do Estado de planejar e executar políticas públicas de longo prazo em áreas fundamentais para a população. A FNU lembra que privatizações como as da Eletrobras, da Sabesp, da Copel e da Corsan, além dos processos envolvendo companhias estaduais de saneamento, têm ampliado o debate sobre os impactos econômicos e sociais da transferência de serviços públicos para a iniciativa privada. Reestatizar para fortalecer os serviços públicos Para a Federação, o movimento observado em diferentes países reforça uma bandeira histórica do movimento sindical: a reestatização de empresas estratégicas quando a gestão privada deixar de atender ao interesse público. Mais do que discutir apenas a propriedade das empresas, a FNU e os sindicatos defendem que setores como energia elétrica, água e saneamento devem ser orientados pelo interesse coletivo. Isso significa garantir acesso universal aos serviços, tarifas justas, segurança no abastecimento, planejamento de longo prazo, investimentos e valorização dos trabalhadores e trabalhadoras. A Federação considera que as empresas públicas exercem papel estratégico no desenvolvimento nacional e na redução das desigualdades regionais, especialmente em atividades essenciais que não podem ser tratadas exclusivamente como oportunidades de negócio. Para a FNU, a tendência internacional demonstra que cresce o entendimento de que o Estado deve preservar sua capacidade de atuação em áreas estratégicas, assegurando direitos à população e promovendo o desenvolvimento econômico e social. A reportagem da Exame mostra que o debate sobre nacionalizações voltou ao centro das discussões internacionais. Para a Federação Nacional dos Urbanitários, esse cenário reforça a necessidade de aprofundar o debate sobre o papel das empresas públicas no Brasil. Também fortalece a defesa da reestatização de serviços essenciais sempre que essa medida se mostrar necessária para garantir o interesse público, a soberania nacional e os direitos da população. Fonte: Federação Nacional dos Urbanitários (FNU)

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Sindicato propõe início das negociações da PPLR 2027 para agosto

Entidade encaminhou ofício à Equatorial Pará propondo reunião no dia 4 de agosto para iniciar as discussões sobre o programa e o vale extra do Círio. No dia 15 de julho, o Sindicato dos Urbanitários do Pará encaminhou um ofício ao presidente da Equatorial Pará, antiga Celpa, propondo a realização de uma reunião no dia 4 de agosto para iniciar as negociações do Programa de Participação nos Lucros ou Resultados — PPLR 2027. A solicitação atende ao que está estabelecido na Cláusula 9ª do Acordo Coletivo de Trabalho vigente. No mesmo documento, o Sindicato também propôs o início das discussões sobre o vale extra do Círio de Nossa Senhora de Nazaré. A negociação desse benefício foi acertada durante a data-base de 2025, com previsão de início das tratativas a partir de junho de 2026. Neste informativo, os trabalhadores e trabalhadoras poderão conferir a cópia do ofício encaminhado à empresa, contendo essas duas importantes reivindicações de interesse do conjunto da categoria. Até o fechamento desta edição, a Equatorial Pará ainda não havia respondido à solicitação do Sindicato.

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🚨 ATENÇÃO! URGENTE!

CONTRA A MISOGINIA! ✅ A violência contra as mulheres não pode esperar as negociações de Hugo Motta na Câmara dos Deputados. O Projeto de Lei que fortalece o combate à misoginia precisa ser colocado em votação com urgência! ➡️ A proposta equipara a misoginia ao crime de racismo, tornando-a inafiançável e imprescritível, com penas previstas de 2 a 5 anos de reclusão e multa. ➡️ A cada 24 horas, 12 mulheres são vítimas de violência. É o que apontam os dados do estudo “Elas Vivem: a urgência da vida”, da Rede de Observatórios da Segurança, que monitorou nove estados brasileiros. Adiar a votação do PL da Misoginia significa adiar respostas concretas para um problema que afeta milhões de vidas. Por isso, a mobilização é fundamental, e a pressão da sociedade faz diferença. Cada mensagem enviada, cada compartilhamento, cada publicação e cada cobrança pública ajudam a mostrar que esse tema é prioridade e não pode ser tratado como secundário. 📢 Marquem parlamentares, compartilhem esta mensagem e cobrem que Hugo Motta coloque o PL da Misoginia em votação JÁ!

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O FIM DA ESCALA 6X1 É URGENTE!

➡️ O Congresso Nacional entrará em recesso parlamentar e pode deixar travada uma das medidas mais urgentes para o povo brasileiro: a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a Escala 6×1. ➡️ Após uma aprovação histórica na Câmara dos Deputados, o texto chegou ao Senado, onde está emperrado. ➡️ Essa é uma pauta urgente para a saúde da população, mas que tem esbarrado na resistência da Presidência da Casa e na forte pressão do setor patronal, que tentam empurrar a discussão para depois das eleições de outubro. O FIM DA ESCALA 6X1 É URGENTE! ➡️ Adiar o fim da Escala 6×1 é ignorar uma crise que sufoca a saúde e a estrutura familiar da classe trabalhadora. A escala de seis dias de trabalho para apenas um dia de descanso é uma engrenagem de esgotamento físico e mental, que priva milhões de brasileiros do direito elementar de conviver com a família, estudar e ter momentos de lazer. Não dá mais para esperar. O trabalhador brasileiro precisa de descanso, dignidade e qualidade de vida!

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