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Author name: sindicato urbanitarios

📢 Data-base 2025: Assembleia HOJE (11/9)

INFORMATIVA E DELIBERATIVAVamos avaliar/deliberar sobre a proposta apresentada pela empresa para o Acordo Coletivo 2025/2026. Participe! 🗓 Nesta quinta-feira, 11 de setembro📍 19h15 (primeira chamada às 19h)📡 Por videoconferência – Plataforma Zoom O Sindicato dos Urbanitários do Pará realizará assembleia geral com as trabalhadoras e trabalhadores da ENERGISA SOLUÇÕES S/A, LINHAS DE XINGU TRANSMISSORA DE ENERGIA SA, ENERGISA PARÁ TRANSMISSORA DE ENERGIA I S.A. e ENERGISA PARÁ TRANSMISSORA DE ENERGIA II S.A (base Pará e Amapá), na qual vamos avaliar/deliberar a proposta apresentada pela empresa, com vistas à renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2025/2026. ✊ Vamos em frente, a luta continua! 🔎 O que é a Data-base?A data-base é o período em que o Sindicato (representante dos trabalhadores/as) e a direção da empresa se reúnem para negociar a renovação do acordo coletivo de trabalho (ACT), sempre buscando avanços que beneficiem os trabalhadores/as. 📌 A data-base da Energisa ocorre em 1 de junho. Em maio, o Sindicato iniciou o processo para renovação do ACT. Só agora obtivemos uma proposta que pode ser submetida à avaliação dos trabalhadores/as. 👉 Por isso, é tão importante a sua participação na assembleia de hoje!

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Urbanitários do Pará participam da 31ª edição do Grito dos Excluídos

O Sindicato dos Urbanitários do Pará marcou presença na 31ª edição do Grito dos Excluídos, realizada neste domingo, 7 de setembro, em Belém. A manifestação destacou pautas importantes para a classe trabalhadora, como: Defender a soberania popular significa garantir que as decisões sobre o futuro do país sejam tomadas por quem vive, trabalha e constrói o Brasil, e não pelos interesses do capital ou de potências estrangeiras.

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Seminário em SP: Trabalho e clima — os desafios da transição justa

No próximo dia 19 de setembro, das 9h às 12h, o DIEESE e as Centrais CSB, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, NCST, Pública e UGT promovem, em São Paulo, o seminário “Trabalho e clima: os desafios da transição justa”. Participam, como debatedores: O evento faz parte da Virada Sustentável, um festival de atividades gratuitas sobre sustentabilidade, realizado desde 2011. A iniciativa mobiliza organizações da sociedade civil, órgãos públicos, empresas, artistas e cientistas em várias cidades do país. Em São Paulo, em 2025, o festival acontece entre 17 e 21/09. O objetivo da Virada é chamar a atenção para a sustentabilidade e apresentá-la de forma simples e acessível. 📅 Informações do Seminário Título: Trabalho e clima: os desafios da transição justaData: 19/09Horário: 9h às 12hLocal: Rua Aurora, 957, Santa Efigênia, Centro de São Paulo(Próximo ao Metrô República, saída pela rua do Arouche) 📌 Contato para Participação Para participar, entre em contato com a área de Relacionamento do DIEESE:📧 E-mail: relacionamento@dieese.org.br📱 WhatsApp: (11) 97639-4164

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Brasil: A transição energética sabotada

Num país com matriz elétrica limpa e barata, a energia é caríssima, a geração oprime comunidades e o risco de apagão persiste.Causa: rentismo e interesses privados dominam, como diriam os clássicos do socialismo e o irreverente Belchior. O legado de Lênin e Mao Tse-Tung Há mais de um século, na Rússia revolucionária, Lênin defendia, no VIII Congresso dos Sovietes, em 1920, que: “O socialismo significa os sovietes mais a eletricidade.” A afirmação expressava a convicção de que, uma vez conquistado o poder político, era fundamental qualificar o projeto produtivo e as formas de vida que o proletariado buscava construir no socialismo. Tratava-se de: Poucas décadas depois, Mao Tse-Tung conduziu a China a um processo similar: após ampla reforma agrária, a industrialização tornou-se condição essencial para o “Grande Salto Adiante”. Esse processo exigiu ampliar a oferta de energia elétrica, com mecanismos de controle, coordenação e investimentos estatais. Transição energética no Brasil: oportunidades e dilemas O materialismo histórico soviético e chinês oferece, guardadas as diferenças, elementos para refletir sobre os desafios contemporâneos do Brasil, especialmente no campo energético. Emergência climática global Diante disso, a transição energética surge como caminho para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e enfrentar o aquecimento global. O Brasil e sua matriz energética O Brasil possui uma matriz energética relativamente renovável comparada à média mundial, devido principalmente a: Porém, há um impasse central: qual o papel do Estado diante dessa janela de oportunidades e quais serão os impactos políticos, econômicos e sociais dessa transição? Privatização e interesses privados O setor elétrico brasileiro — espinha dorsal da transição energética — foi majoritariamente privatizado: Resultado: o Estado deixou de conduzir a transição energética. Quem lidera hoje são grandes grupos privados, guiados pelo lucro. Falta de planejamento estratégico Outro problema grave é a ausência de planejamento estatal: Essas decisões criam barreiras para outras fontes e desconsideram um plano integrado de curto, médio e longo prazo. Impactos sociais e ambientais Relatos e denúncias mostram que o modelo atual é predatório para comunidades: Como Marx aponta em O 18 Brumário de Luís Bonaparte, as salvaguardas existentes são apenas instrumentos para perpetuar o domínio econômico. Quem se beneficia da energia renovável? Apesar dos volumosos subsídios públicos, a energia renovável: A necessidade de uma visão estratégica Para enfrentar o imperialismo, o avanço do fascismo e a dependência externa, o Brasil precisa: Sem isso, a transição energética servirá apenas para reproduzir desigualdades e beneficiar potências globais. O chamado de Belchior Como canta Belchior em Clamor no Deserto: “Eh! Meus amigosUm novo momento precisa chegarEu sei que é difícil começar tudo de novoMas eu quero tentar.” O Brasil precisa aproveitar a janela de oportunidades da transição energética para reorientar sua economia, fortalecer sua soberania e melhorar a vida da população. Caso contrário, continuaremos reféns de um modelo excludente e dependente. Fonte: outraspalavras.netCássio Cardoso Carvalho — Engenheiro eletricista e mestrando em energia pela UFABC

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Equatorial Celpa bota as unhas de fora e apresenta suas maldades para prejudicar a PLR dos trabalhadores/as

No dia 28 de agosto, na terceira reunião para negociar o Programa de Participação nos Lucros ou Resultados referente ao ano de 2026 (PPLR 2026), a comissão da Equatorial Celpa foi à mesa para abrir seu saco de maldades, apresentando propostas que prejudicam a PLR dos trabalhadores/as. Leia neste informativo alguns pontos propostos e veja que, mesmo com lucros milionários e cada vez mais elevados, a Equatorial Celpa apresenta itens que dificultam para a maioria o alcance de uma PLR digna: redução de valores, aumento de metas, supressão da Periculosidade no cálculo, aumento da desigualdade entre um pequeno grupo privilegiado e a maioria dos companheiros/as. Isso é cruel!A PLR é uma conquista do trabalhador/a e deveria ser a demonstração de que a empresa tem “foco em gente”, mas a prática revela a negação da transparência. Os lucros são enormes, mas na hora de dividir, a Equatorial Celpa faz tudo para reduzir a fatia de quem já vive pressionado para atingir metas e prestar um serviço de qualidade. Atenção:Uma nova reunião acontecerá nesta quinta-feira, 04/09. Fique ligado! PROPOSTA DOS SINDICATOS PROPOSTA DA EQUATORIAL CELPA (SACO DE MALDADES) Transparência Periculosidade Metas Fator Absenteísmo Auxílio Doença Acidentário Bonificação Data do Pagamento Condições de Pagamento / Proporcionalidade

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Setembro Amarelo: cuidar da vida é prioridade e compromisso coletivo 🌻

Defender a vida e a saúde mental é também defender condições dignas de trabalho, respeito e acolhimento para todos os trabalhadores e trabalhadoras. O suicídio é um grave problema de saúde pública. Segundo o Ministério da Saúde (2021), o Brasil registra 15.507 casos por ano, média de 42 mortes por dia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, para cada suicídio, 25 pessoas tentam e muitas mais pensam seriamente nisso. Entre jovens de 15 a 29 anos, o suicídio é a quarta principal causa de morte, atrás apenas de acidentes de trânsito, tuberculose e violência interpessoal. O sofrimento muitas vezes é silencioso, agravado pela pressão diária, pelo medo de falar e pela falta de acolhimento. É por isso que reforçamos: ninguém deve enfrentar isso sozinho(a). A união e a solidariedade fortalecem. Se você está passando por um momento difícil, procure ajuda. 📞 Centro de Valorização da Vida (CVV)Atendimento gratuito, 24 horas por dia, de forma sigilosa e acolhedora pelo telefone 188 ou pelo site: www.cvv.org.br. Neste Setembro Amarelo, reafirmamos que toda vida importa e que cuidar de si e dos outros é também um ato de resistência e de construção de uma sociedade mais humana e solidária.

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Presidente do TST rebate Gilmar Mendes, diz que CLT segue atual e pede defesa da Justiça do Trabalho

BRASÍLIA — O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Aloysio Corrêa da Veiga, saiu em defesa, nesta sexta-feira, 29, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O discurso vem após declarações do decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, com críticas à CLT. “Hoje vivemos tempos estranhos e isso vem de tempos em tempos, as manifestações contrárias ao ramo do Poder Judiciário dos mais importantes, dos mais relevantes, e que traduz exatamente a concretude de um princípio constitucional: que é o princípio da dignidade da pessoa”,disse Corrêa da Veiga na abertura da sessão desta sexta-feira no Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT). A declaração do magistrado ocorreu dois dias após Gilmar tecer diversas críticas às atuais regras que regulam as relações de trabalho no país, durante evento do grupo Lide, para uma plateia repleta de empresários. O ministro do STF disse que a CLT se tornou uma “vaca sagrada” — portanto, não poderia ser tocada — e defendeu a flexibilização das relações de trabalho. Gilmar é o relator no STF de um recurso extraordinário, de repercussão geral, sobre a “pejotização”. Isso significa que a tese definida pelo plenário da Suprema Corte deverá ser aplicada em todos os ramos do Poder Judiciário. Em abril deste ano, o ministro suspendeu monocraticamente todos os processos em tramitação no país sobre o tema, incluindo ações que debatem a contratação dos trabalhadores autônomos ou registrados como pessoa jurídica para a prestação de serviços. STF e TST têm entrado em atrito diante do crescente número de ações trabalhistas que tratam de pejotização, sobretudo reclamações constitucionais que chegam ao STF e invalidam decisões dos juízes do trabalho. Esse é um dos motivos que fez Corrêa da Veiga cobrar os seus pares durante a sessão desta sexta-feira no CSJT, para que façam uma “defesa intransigente de um ramo do Judiciário”, que ele avalia ser “justo e equilibrado”. “Nós temos um ramo do Poder Judiciário, cujo documento social que é a CLT é ainda de uma atualidade muito grande”,afirmou o presidente do TST.“Preocupa muito quando se quer sair para voltar àquilo que na história que não deu certo”. “Não somos, nem o direito do trabalho, nem a Justiça do trabalho, responsáveis pelo entrave do crescimento econômico. O entrave do crescimento econômico está na economia manifestada na produção e no escoamento da produção”,completou, rebatendo as discussões do Seminário Econômico Lide, que apontaram a CLT como empecilho para o desenvolvimento. Os processos que pedem vínculo de emprego no contexto da pejotização cresceram 57% em 2024. Nesse mesmo cenário, o STF tem sido usado como balcão de reclamações da Justiça do Trabalho, com diversos empregadores recorrendo à Corte para invalidar decisões de juízes do Trabalho. Gilmar convocou para o dia 6 de outubro uma audiência pública com o objetivo de reunir dados e opiniões técnicas sobre os impactos econômicos desse modelo de contratação. Antes do encontro, contudo, o ministro já manifesta sua avaliação de que “não se pode se preservar pela caneta relações jurídicas de emprego que na prática já desapareceram”. Em contrapartida, Corrêa da Veiga faz a distinção de que, diferentemente das relações civis e comerciais, nas relações de trabalho a liberdade de escolha não tem a mesma amplitude e autonomia. “Logo para que haja igualdade na contratação, é necessário que haja, em princípio, liberdade de escolha”,afirmou. Fonte: Estado de S.Paulo

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CUT 42 anos: justiça tributária, redução da jornada de trabalho sem redução salarial, defesa da soberania e democracia

Ao longo desse período, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) esteve presente em cada batalha – por salários dignos, condições de trabalho justas, direitos sociais, democracia, igualdade de gênero e raça, valorização do serviço público, soberania nacional e justiça social. Fundada em 1983, um dos papéis principais da CUT foi derrotar o autoritarismo da ditadura que torturou e matou quem defendia a democracia, perseguiu e atacou as liberdades democráticas. Direitos, expressões políticas e iniciativas de organização dos trabalhadores foram os principais alvos do regime. Desde então, sua marca tem sido a defesa intransigente dos direitos da classe trabalhadora diante de ataques de patrões, governos autoritários e políticas neoliberais. Das lutas contra a carestia nos anos 1980 às mobilizações contra as reformas trabalhista e da previdência, bem como as batalhas contra a informalidade no trabalho e pela garantia de que o avanço das novas tecnologias gere melhores condições de trabalho — e não precarização —, a CUT sempre esteve presente: nas ruas, nos locais de trabalho, nas portas de fábricas, escolas, hospitais, repartições públicas, no campo e também nas redes sociais, atuando pela classe trabalhadora. A CUT tem como principais bandeiras de luta: O 28 de agosto de 2025, aniversário da CUT, é uma data simbólica por também estar às vésperas de uma grande mobilização no dia 7 de setembro, que levará não somente a CUT, mas também as entidades e movimentos que integram as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo às ruas, em defesa das pautas citadas acima.

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Transição na Cosanpa privatizada:

Sindicatos (Urbanitários e Engenheiros), em reuniões com a empresa, atuam para garantir cumprimento do ACT Assembleia nesta terça-feira, 2 de setembro Entidades sindicais tiveram reuniões para esclarecer e assegurar que as mudanças na Cosanpa não descumpram o acordo coletivo vigente, fazendo valer as cláusulas que protegem a categoria. Na sexta-feira, 29, Sindicatos dos Urbanitários e dos Engenheiros deram continuidade a uma discussão iniciada na quarta-feira, 27, com a direção da Cosanpa, sobre as mudanças na empresa a partir da privatização de parte da Cosanpa pelo governador Helder Barbalho. Os Sindicatos trataram principalmente sobre o que pode ocorrer no período de transição. Cobramos da direção da Cosanpa o que a empresa está fazendo para não prejudicar os empregados próprios, sobretudo nos locais onde a Aegea (Águas do Pará) vai assumir a partir desta segunda-feira, 1º de setembro. O resultado das reuniões entre Sindicatos e Cosanpa será socializado com você em assembleias a serem realizadas nesta terça-feira, 2 de setembro, no início do expediente, nos locais de trabalho em Belém e nas regionais. Participe! Manutenção do ACT Mantenha-se tranquilo(a). Todos e todas que fazem parte do quadro efetivo da Companhia serão mantidos na Cosanpa, conforme rege o acordo coletivo assinado este ano. Por isso, não é o momento de tomar decisões precipitadas.

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