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Author name: sindicato urbanitarios

Eletrobras Insiste em Assédio para Redução Salarial e Sindicatos Partem para a Justiça

Diante da insistência da Eletrobras em manter o assédio para redução de salários, não nos resta outro caminho senão o judicial! Mesmo após negar que haja implementação de redução salarial e ser alertada pelos representantes dos trabalhadores e trabalhadoras do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE), a vice-presidência de Gente e Serviços da Eletrobras insiste no assédio aos trabalhadores e trabalhadoras sobre o assunto. Isso é vergonhoso! O que eles chamam de “consulta individual” chamamos de assédio e constrangimento! Atinge emocionalmente os trabalhadores e trabalhadoras e afeta diretamente sua saúde mental e física, além de comprometer sua atuação profissional. É de uma irresponsabilidade e desumanidade absolutas! Tal ação da empresa tem que parar imediatamente! Em informes anteriores já esclarecemos que a redução salarial imposta unilateralmente pelo empregador é considerada ilegal e inconstitucional no Brasil, violando princípio garantido pela Constituição Federal, que em seu artigo 7º, inciso VI, garante a irredutibilidade do salário. Isso significa que o empregador não pode diminuir o salário do empregado de forma unilateral, ou seja, sem a sua concordância. A redução salarial só é permitida em situações específicas e mediante negociação coletiva, como acordos ou convenções coletivas de trabalho. Essa prática só é permitida em casos excepcionais, como de crise econômica (o que definitivamente não é o caso da Eletrobras, visto que divulgou a distribuição de R$ 4 bilhões em dividendos). Nesses casos, o sindicato da categoria pode negociar com o empregador visando a manutenção dos empregos. A AEEL NÃO ACEITA essa postura da Eletrobras e, assim como o Sintergia-RJ, que já acionou judicialmente a empresa sobre esse assunto, irá buscar por meios legais garantir o bem-estar dos trabalhadores e trabalhadoras diante dessa verdadeira inconstitucionalidade da empresa. Não toleraremos falta de palavra, compromisso e atos antissindicais praticados pela Eletrobras privatizada! Fonte: Informe da AEEL

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Sindicatos (Urbanitários e Engenheiros) e Equatorial Celpa iniciam a negociação do Programa da PLR 2026

Negociações da PLR 2026 da Equatorial Celpa Começam nesta Quinta-feira (07/08) Acontece nesta quinta-feira, dia 7 de agosto de 2025, às 15h, o início das negociações do Programa de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) referente ao ano de 2026. Representando os trabalhadores/as, estarão os dirigentes dos Sindicatos dos Urbanitários e dos Engenheiros negociando com a comissão da Equatorial Celpa. As partes definirão um calendário de negociações, buscando sempre avançar na PLR a ser alcançada pelos trabalhadores e equipes. Como nos anos anteriores, as negociações do PPLR 2026 acontecem de forma virtual, pela plataforma Zoom. Fique atento, em breve, vamos divulgar detalhes acerca desta importante negociação. Veja a íntegra da Cláusula da PLR no Acordo Coletivo 2024-2026 CLÁUSULA 9ª – PROGRAMA DE PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS – PPLR A EQUATORIAL PARÁ e as entidades sindicais comporão comissão paritária, composta por nove representantes, sendo três de cada sindicato que representam os trabalhadores da EQUATORIAL PARÁ (STIUPA e SENGE) e três representantes da Empresa, estes com voto qualitativo em dobro, para discutir, analisar e aprovar um Programa de Participação nos Lucros ou Resultados – PPLR para 2026, de acordo com o previsto na Lei 10.101, de 19 de dezembro de 2000. Parágrafo primeiro: Tal comissão terá legitimidade para discutir e aprovar o programa em nome dos Trabalhadores, incluindo sua estrutura, conceitos, procedimentos e condicionantes do Programa. Parágrafo segundo: Os trabalhos da comissão iniciarão no dia 01/08/2025 e se estenderão até 30/09/2025, e o programa será oficialmente implantado em 01/01/2026, com vigência até 31/12/2026.

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Roubo de Cabos em Subestações da Eletrobras Provoca Apagão

Subestações da Eletrobras em São Luís e Presidente Dutra foram alvos de ataques de ladrões armados nos últimos 10 dias As subestações da Eletrobras em São Luís e Presidente Dutra, no Maranhão, foram alvos de ataques de ladrões armados nos últimos 10 dias. Os criminosos estavam em busca de fios de cobre e alumínio. O ataque na Dutra, o mais grave, chegou a provocar queda de energia em 30 municípios da região, segundo servidores da empresa. O fato de não haver mais vigilantes armados está contribuindo para os roubos e furtos. Fonte: MídiaMax

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Data-Base 2025: Assembleia Geral acontece dia 30 de julho via Zoom. Participe!

O Sindicato dos Urbanitários do Pará realizará nesta quarta-feira, 30 de julho, às 10h, assembleia de data-base 2025 dos trabalhadores/as das empresas ETEP – ERTE – EATE – ENTE (bases Pará). A assembleia será por videoconferência, por meio da plataforma Zoom, com os seguintes horários: 📌 Participe! Na ocasião, vamos deliberar a Pauta de Reivindicações para a data-base 2025, que transcorre em 1º de agosto. Data-base é o momento/período em que trabalhadores/as (Sindicato) e empresas sentam para dialogar/negociar a renovação do acordo coletivo, sempre visando o avanço nos direitos e benefícios. 🔗 Link da reunião / Plataforma Zoom:https://us06web.zoom.us/j/82291824159ID da reunião: 822 9182 4159

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Movimentos Sociais: Vozes da Amazônia na COP-30

Vozes da Amazônia na COP-30 Os movimentos sociais desempenham um papel crucial na defesa das políticas públicas, atuando como agentes de transformação social e promovendo a participação cidadã. Na Amazônia, essas vozes se tornam ainda mais essenciais diante dos desafios ambientais, sociais e econômicos enfrentados pelas populações tradicionais, indígenas e ribeirinhas. A origem dos movimentos sociais Esses movimentos surgem da necessidade de grupos com interesses e valores comuns se organizarem para lutar por mudanças estruturais. Eles influenciam desde a formulação até a implementação de políticas públicas, buscando soluções para problemas muitas vezes ignorados pelo poder público. A mobilização ocorre em diferentes níveis — local, nacional e internacional — e está voltada a temas como: Colocando temas urgentes na agenda pública Uma das maiores forças dos movimentos sociais está em sua capacidade de colocar assuntos relevantes em pauta, mobilizando a sociedade e pressionando os governos por respostas. Essa atuação tem contribuído significativamente para avanços em áreas como: Da proposta à fiscalização das políticas públicas Os movimentos sociais não apenas reivindicam, mas também participam ativamente da construção de políticas, apresentando propostas, debatendo alternativas e defendendo a garantia de direitos. Além disso, eles exercem o papel fiscalizador, cobrando: Fortalecimento da cidadania Ao promover a participação social e defender os direitos coletivos, os movimentos sociais fortalecem a cidadania e contribuem para uma sociedade mais justa e igualitária. Sua atuação constante é essencial para garantir que todas as vozes — inclusive as da Amazônia — sejam ouvidas e respeitadas, especialmente em eventos globais como a COP-30, que coloca a região no centro do debate climático mundial. Em resumo, os movimentos sociais são peças-chave na luta por políticas públicas mais justas, sustentáveis e inclusivas. São eles que garantem que as transformações não fiquem apenas no discurso, mas se traduzam em ações reais e eficazes.

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Greve contra mudança na assistência médica

Assembleia nesta segunda-feira (16) decide sobre greve contra mudança na assistência médica A diretoria da Cosanpa quer mudar a operadora do plano de saúde de forma unilateral, descumprindo a cláusula 20ª do Acordo Coletivo de Trabalho. Nesta segunda-feira, 16, trabalhadores e trabalhadoras da Cosanpa decidem sobre a deflagração de greve por tempo indeterminado contra a determinação da diretoria da empresa em mudar a operadora do plano de saúde, hoje a Unimed, sem negociação com o sindicato dos Urbanitários, o que fere a cláusula 20 do acordo coletivo de trabalho (ACT) 2025/2027. O edital de convocação para a assembleia geral extraordinária foi publicado pela entidade sindical no jornal Amazônia da última quinta-feira, 12. A assembleia será realizada em todo o estado, às 8h, no pátio da empresa. A participação dos trabalhadores e trabalhadoras é de fundamental importância para demonstrar a insatisfação da categoria com a mudança que afeta também as. Suas famílias, num dos direitos humanos mais essenciais que é a saúde. O sindicato tomou conhecimento sobre a decisão da diretoria em mudar a operadora do plano de saúde na última terça-feira, 10, e logo iniciou a mobilização de assembleias emergenciais, além de tentar o diálogo com a diretoria da empresa. Também estivemos na Unimed por duas vezes para encontrar alternativa que pudesse levar a um entendimento com a Cosanpa para manter o plano de saúde, pois a operadora que a empresa quer impor não tem rede credenciada em todo o estado. Como ainda não houve uma definição nessa negociação, é preciso uma resposta rápida e contundente da categoria contra essa mudança que prejudica trabalhadores, trabalhadoras e seus familiares, não podemos aceitar o descumprimento de um direito conquistado com muita luta e mobilização. Vamos à luta!

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