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Author name: sindicato urbanitarios

Setembro Amarelo: cuidar da vida é prioridade e compromisso coletivo 🌻

Defender a vida e a saúde mental é também defender condições dignas de trabalho, respeito e acolhimento para todos os trabalhadores e trabalhadoras. O suicídio é um grave problema de saúde pública. Segundo o Ministério da Saúde (2021), o Brasil registra 15.507 casos por ano, média de 42 mortes por dia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, para cada suicídio, 25 pessoas tentam e muitas mais pensam seriamente nisso. Entre jovens de 15 a 29 anos, o suicídio é a quarta principal causa de morte, atrás apenas de acidentes de trânsito, tuberculose e violência interpessoal. O sofrimento muitas vezes é silencioso, agravado pela pressão diária, pelo medo de falar e pela falta de acolhimento. É por isso que reforçamos: ninguém deve enfrentar isso sozinho(a). A união e a solidariedade fortalecem. Se você está passando por um momento difícil, procure ajuda. 📞 Centro de Valorização da Vida (CVV)Atendimento gratuito, 24 horas por dia, de forma sigilosa e acolhedora pelo telefone 188 ou pelo site: www.cvv.org.br. Neste Setembro Amarelo, reafirmamos que toda vida importa e que cuidar de si e dos outros é também um ato de resistência e de construção de uma sociedade mais humana e solidária.

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Presidente do TST rebate Gilmar Mendes, diz que CLT segue atual e pede defesa da Justiça do Trabalho

BRASÍLIA — O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Aloysio Corrêa da Veiga, saiu em defesa, nesta sexta-feira, 29, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O discurso vem após declarações do decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, com críticas à CLT. “Hoje vivemos tempos estranhos e isso vem de tempos em tempos, as manifestações contrárias ao ramo do Poder Judiciário dos mais importantes, dos mais relevantes, e que traduz exatamente a concretude de um princípio constitucional: que é o princípio da dignidade da pessoa”,disse Corrêa da Veiga na abertura da sessão desta sexta-feira no Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT). A declaração do magistrado ocorreu dois dias após Gilmar tecer diversas críticas às atuais regras que regulam as relações de trabalho no país, durante evento do grupo Lide, para uma plateia repleta de empresários. O ministro do STF disse que a CLT se tornou uma “vaca sagrada” — portanto, não poderia ser tocada — e defendeu a flexibilização das relações de trabalho. Gilmar é o relator no STF de um recurso extraordinário, de repercussão geral, sobre a “pejotização”. Isso significa que a tese definida pelo plenário da Suprema Corte deverá ser aplicada em todos os ramos do Poder Judiciário. Em abril deste ano, o ministro suspendeu monocraticamente todos os processos em tramitação no país sobre o tema, incluindo ações que debatem a contratação dos trabalhadores autônomos ou registrados como pessoa jurídica para a prestação de serviços. STF e TST têm entrado em atrito diante do crescente número de ações trabalhistas que tratam de pejotização, sobretudo reclamações constitucionais que chegam ao STF e invalidam decisões dos juízes do trabalho. Esse é um dos motivos que fez Corrêa da Veiga cobrar os seus pares durante a sessão desta sexta-feira no CSJT, para que façam uma “defesa intransigente de um ramo do Judiciário”, que ele avalia ser “justo e equilibrado”. “Nós temos um ramo do Poder Judiciário, cujo documento social que é a CLT é ainda de uma atualidade muito grande”,afirmou o presidente do TST.“Preocupa muito quando se quer sair para voltar àquilo que na história que não deu certo”. “Não somos, nem o direito do trabalho, nem a Justiça do trabalho, responsáveis pelo entrave do crescimento econômico. O entrave do crescimento econômico está na economia manifestada na produção e no escoamento da produção”,completou, rebatendo as discussões do Seminário Econômico Lide, que apontaram a CLT como empecilho para o desenvolvimento. Os processos que pedem vínculo de emprego no contexto da pejotização cresceram 57% em 2024. Nesse mesmo cenário, o STF tem sido usado como balcão de reclamações da Justiça do Trabalho, com diversos empregadores recorrendo à Corte para invalidar decisões de juízes do Trabalho. Gilmar convocou para o dia 6 de outubro uma audiência pública com o objetivo de reunir dados e opiniões técnicas sobre os impactos econômicos desse modelo de contratação. Antes do encontro, contudo, o ministro já manifesta sua avaliação de que “não se pode se preservar pela caneta relações jurídicas de emprego que na prática já desapareceram”. Em contrapartida, Corrêa da Veiga faz a distinção de que, diferentemente das relações civis e comerciais, nas relações de trabalho a liberdade de escolha não tem a mesma amplitude e autonomia. “Logo para que haja igualdade na contratação, é necessário que haja, em princípio, liberdade de escolha”,afirmou. Fonte: Estado de S.Paulo

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CUT 42 anos: justiça tributária, redução da jornada de trabalho sem redução salarial, defesa da soberania e democracia

Ao longo desse período, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) esteve presente em cada batalha – por salários dignos, condições de trabalho justas, direitos sociais, democracia, igualdade de gênero e raça, valorização do serviço público, soberania nacional e justiça social. Fundada em 1983, um dos papéis principais da CUT foi derrotar o autoritarismo da ditadura que torturou e matou quem defendia a democracia, perseguiu e atacou as liberdades democráticas. Direitos, expressões políticas e iniciativas de organização dos trabalhadores foram os principais alvos do regime. Desde então, sua marca tem sido a defesa intransigente dos direitos da classe trabalhadora diante de ataques de patrões, governos autoritários e políticas neoliberais. Das lutas contra a carestia nos anos 1980 às mobilizações contra as reformas trabalhista e da previdência, bem como as batalhas contra a informalidade no trabalho e pela garantia de que o avanço das novas tecnologias gere melhores condições de trabalho — e não precarização —, a CUT sempre esteve presente: nas ruas, nos locais de trabalho, nas portas de fábricas, escolas, hospitais, repartições públicas, no campo e também nas redes sociais, atuando pela classe trabalhadora. A CUT tem como principais bandeiras de luta: O 28 de agosto de 2025, aniversário da CUT, é uma data simbólica por também estar às vésperas de uma grande mobilização no dia 7 de setembro, que levará não somente a CUT, mas também as entidades e movimentos que integram as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo às ruas, em defesa das pautas citadas acima.

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Transição na Cosanpa privatizada:

Sindicatos (Urbanitários e Engenheiros), em reuniões com a empresa, atuam para garantir cumprimento do ACT Assembleia nesta terça-feira, 2 de setembro Entidades sindicais tiveram reuniões para esclarecer e assegurar que as mudanças na Cosanpa não descumpram o acordo coletivo vigente, fazendo valer as cláusulas que protegem a categoria. Na sexta-feira, 29, Sindicatos dos Urbanitários e dos Engenheiros deram continuidade a uma discussão iniciada na quarta-feira, 27, com a direção da Cosanpa, sobre as mudanças na empresa a partir da privatização de parte da Cosanpa pelo governador Helder Barbalho. Os Sindicatos trataram principalmente sobre o que pode ocorrer no período de transição. Cobramos da direção da Cosanpa o que a empresa está fazendo para não prejudicar os empregados próprios, sobretudo nos locais onde a Aegea (Águas do Pará) vai assumir a partir desta segunda-feira, 1º de setembro. O resultado das reuniões entre Sindicatos e Cosanpa será socializado com você em assembleias a serem realizadas nesta terça-feira, 2 de setembro, no início do expediente, nos locais de trabalho em Belém e nas regionais. Participe! Manutenção do ACT Mantenha-se tranquilo(a). Todos e todas que fazem parte do quadro efetivo da Companhia serão mantidos na Cosanpa, conforme rege o acordo coletivo assinado este ano. Por isso, não é o momento de tomar decisões precipitadas.

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Reaproveitamento dos trabalhadores da Eletrobras: uma luta por justiça e soberania energética

Durante a Plenária Geral Estatutária Anual da FNU, Wellington Diniz, secretário de Assuntos Jurídicos da FNU e dirigente do STIUMA, apresentou o tema: “Da Justiça à Ação Política: a jornada dos trabalhadores da Eletrobras”. Ele destacou que a privatização da Eletrobras, em julho de 2022, resultou no desligamento de um grande número de profissionais concursados, altamente qualificados e com papel estratégico no setor elétrico. A luta agora é pela aprovação dos PLs 1791/2019 e 1189/2023, que permitem o reaproveitamento desses trabalhadores/as em empresas públicas federais, preservando o capital humano e garantindo a soberania energética do país. “Não se trata de privilégio, mas de responsabilidade. São profissionais que ajudaram a construir o setor elétrico brasileiro e continuam prontos para servir”, reforçou Wellington. A apresentação também mostrou precedentes jurídicos que comprovam a viabilidade dessa reintegração, como os casos da RFFSA, Infraero/NAV e CEDAE, além de enfatizar que a luta é coletiva e precisa do engajamento de toda a sociedade. Leia na íntegra: 👇https://www.fnucut.org.br/49035/da-justica-a-acao-politica-a-jornada-dos-trabalhadores-da-eletrobras/ #FNU

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PPLR 2026: Comissão da Equatorial Celpa diz não a todos os seis itens da proposta formulada pelos Sindicatos

Conforme noticiamos, aconteceu no dia 21 de agosto a segunda reunião de negociação do Programa de Participação nos Lucros ou Resultados (PPLR) referente ao ano de 2026.A Comissão da Equatorial Celpa foi à mesa de negociação somente para dizer não a todos os seis pontos da proposta apresentada pelos Sindicatos (Urbanitários e Engenheiros) na reunião do dia 7 de agosto. CADÊ O FOCO EM GENTE E TRANSPARÊNCIA Com esse posicionamento, a empresa joga no lixo o seu discurso de “Transparência e Foco em Gente”, pois insiste em manter uma prática de discriminação entre os trabalhadores, negando uma PLR digna à maioria e premiando com uma PLR elevada a um grupo, com valores médios de 6 salários. A Equatorial Celpa segue resistindo em dar transparência às informações sobre o Programa de Participação Gerencial Equatorial (PGE), continua dizendo não à proposta de escrever no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), preferindo manter a PLR desse grupo como uma verdadeira caixa preta.Isso definitivamente não é adotar o valor Transparência! ESTACA ZERO! Ou seja, após duas reuniões para tratar do PPLR 2026, estamos na estaca zero.Uma nova reunião está agendada para esta quinta-feira, dia 28 de agosto, às 15h.

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Congresso e Plenária da Federação Nacional dos Urbanitários

O Sindicato dos Urbanitários do Pará participa no Rio de Janeiro da Plenária Estatutária e do Congresso Extraordinário da FNU, no período de 19 a 21 de agosto. O evento acontece na sede da FNU com a presença de mais de 50 dirigentes dos sindicatos filiados. Mesa de abertura A mesa de abertura, coordenada pela secretária-geral da FNU, Iara Nascimento, contou com a presença de: 📌 ONDE HÁ URBANITÁRIO, HÁ FNU!Juntos para defender, unidos para avançar.

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Deus, pátria e família para palerma ver

Por Ruy Castro Os últimos acontecimentos deixam claro. Os Bolsonaros, pai e filhos, puseram as cartas na mesa e passaram a jogar aberto. Nem o slogan publicitário fascista “Deus, pátria e família”, de que tanto se valeram, escapou. Já deve estar sendo aposentado tanto pelos pascácios, pessoas simplórias e bem intencionadas que acreditavam nele, quanto pelos espertos, que o usavam para tapear os ditos pascácios. Vejamos por quê. Bolsonaros x Deus Embora O invoquem o tempo todo, as verdadeiras relações entre Deus e os Bolsonaros são zero. Deus não admitiria entre os Seus um sujeito com a vulgaridade e falta de escrúpulos de Bolsonaro pai, defensor da tortura, dado a “pintar um clima” com vulneráveis e nitidamente hipócrita em suas atitudes diante da religião. Flávio Bolsonaro, por sua vez, comprador de mansões de R$ 6 milhões com dinheiro vivo oriundo de “rachadinhas”, não passará pelo buraco da agulha. Bolsonaros x pátria Está mais do que claro agora que o mote “Brasil acima de tudo” era para palerma ver. A campanha de Eduardo Bolsonaro junto ao governo Trump para quebrar a economia brasileira em troca da liberdade de seu pai representa um golpe de estado por uma potência estrangeira. É um crime de traição nunca visto no país. Se as instituições se vergarem aos EUA e inocentarem Bolsonaro, o Brasil pode pedir sua incorporação como a 51ª estrela da bandeira americana. Bolsonaros x família Além do fato, hoje indiscutível, de que botam os interesses de sua família sobre os interesses do Brasil, os Bolsonaros têm posição marcada no embate entre a proteção às crianças brasileiras e o abuso e o estupro tecnológico dessas mesmas crianças, promovidos pelas Big Techs e pelos tarados que as frequentam. Os Bolsonaros são contra as crianças e a favor das Big Techs e dos tarados. Posição difícil de entender, sabendo-se que Flavio, Eduardo e Carlos Bolsonaro têm cinco filhos menores, dos quais quatro meninas. Haverá leis suficientes no Brasil para um dia classificar esses homens?

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