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Author name: sindicato urbanitarios

Nesta terça-feira, 23/12, assembleia dos trabalhadores/as da (Re) Energisa Soluções

Deliberação da Pauta Específica de Reivindicações dos trabalhadores/as para a data-base 2026 Mais uma data-base se aproxima. Precisamos nos mobilizar para buscar avançar em nossos direitos e benefícios. Para dar início ao processo de data-base, o Sindicato dos Urbanitários do Pará realizará assembleia geral com todas as trabalhadoras e trabalhadores da (Re) Energia Soluções (base Pará).A assembleia será no dia 23, às 19h, por videoconferência, pelo Zoom. Como de costume, teremos 15 minutos de tolerância para iniciarmos a assembleia. Participe!LINK:https://us06web.zoom.us/j/89602240516ID da reunião: 896 0224 0516 Celular: instale o aplicativo previamente nas lojas de aplicativos dos sistemas IOS ou Android.Computador: basta copiar e colar o link de acesso das salas no navegador do computador, para ser encaminhado para a assembleia.Pauta:• Discussão e aprovação da pauta de reivindicação para o Acordo Coletivo de Trabalho 2026;• Autorização para o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Estado do Pará – STIUPA celebrar Acordo Coletivo de Trabalho com a (Re) Energisa Soluções;• Autorização para o Sindicato dos Trabalhadores nas indústrias Urbanas do Estado do Pará- STIUPA declarar greve e/ou instaurar Dissídio Coletivo, em caso de necessidade;• Autorização para manutenção de assembleia em caráter permanente até a celebração do Acordo Coletivo 2026;• O que ocorrer.

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🚨 A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, na última quarta-feira (10/12), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC)

Que extingue a tradicional ESCALA 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias seguidos e descansa apenas um. ➡️ O novo modelo de jornada estabelece: 📌 A matéria agora segue para votação em plenário no Senado. ✊ Essa é uma conquista histórica na luta por melhores condições de trabalho, mais qualidade de vida e valorização da classe trabalhadora. #ReduçãoDaJornada#FimDaEscala6x1 📷 Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil

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SEM ANISTIA!

O que estamos vivenciando na Câmara dos Deputados, que na calada da noite passa a redução de pena para quem atentou contra a democracia do País, é o reflexo da política mais baixa que pode existir no Congresso Nacional. A condução de Hugo Motta representa mais um ataque direto à nossa democracia. Não podemos permitir que o Congresso caminhe na contramão daquilo que interessa ao povo brasileiro, como: Além da “dosimetria”, o Congresso também aprovou o Marco Temporal, algo extremamente grave que precisa ser denunciado. Por isso, convocamos o povo às ruas do país!Dia 14/12 nos encontramos para defender a democracia e combater a tentativa da extrema direita de passar por cima do nosso povo! Sem anistia e nem dosimetria!

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ISP faz lançamento da Escola Sindical para Jovens do Brasil

O presidente do Sindicato dos Urbanitários do Pará, Pedro Blois, participa da Reunião da Internacional de Serviços Públicos (ISP), que acontece em São Paulo, no período de 9 a 12/12. Os temas tratados no evento são: direitos sindicais, estratégias de sindicalização e formação da juventude. Pedro Blois participa como vice-presidente de Saneamento, Recursos Hídricos, Meio Ambiente e Resíduos Sólidos da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), juntamente com as companheiras Iara Nascimento (secretária geral da FNU) e Sônia Mendes (Secretaria da Mulher Urbanitária da FNU). A programação inclui: Saiba mais:https://www.fnucut.org.br/…/fnu-participa-de-agenda…/#FNU

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Sindicato cobra apuração de acidente de trabalho que levou a óbito o companheiro Rocha

Um acidente fatal, ocorrido na quinta-feira, 4 de dezembro, no Sistema de Captação de Água Bruta do Guamá, expõe novamente o descaso com as condições de trabalho dos companheiros da Cosanpa, especialmente nos setores de maior risco.A tragédia vitimou Raimundo Rocha, ex-dirigente sindical dos Urbanitários. O Sindicato reafirma que esse caso não é um fato isolado. Já foram apresentadas denúncias ao Ministério Público do Trabalho (MPT), incluindo cerca de duas mil fotos, que evidenciam as condições precárias enfrentadas diariamente pelos trabalhadores. Descumprimento de normas e ignorância às recomendações da CIPA Segundo relatos encaminhados ao Sindicato, a direção da empresa ignora sistematicamente: A situação é agravada pelo fato de que a comissão paritária de Meio Ambiente de Trabalho não se reuniu nenhuma vez durante toda a gestão Helder Barbalho. Essas omissões configuram flagrantes descumprimentos do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), especialmente das cláusulas: Falta de informação e apoio à família da vítima A família de Raimundo Rocha buscou apoio do Sindicato porque a Cosanpa não forneceu informações oficiais nem prestou suporte necessário. O Sindicato enviou ofício solicitando: Estamos aguardando retorno da empresa e colocamos à disposição da família toda a nossa assessoria jurídica. Privatização da Cosanpa e transferência de trabalhadores/as do interior No dia 2/12, os Sindicatos dos Urbanitários e dos Engenheiros reuniram-se com o presidente e a diretoria da Cosanpa para tratar da situação dos companheiros/as de 34 municípios que serão transferidos para Belém, Ananindeua e Marituba, devido à privatização total desses municípios. A Conclusão: A empresa informou apenas que o Auxílio Moradia será pago, porém sem detalhes operacionais. O Sindicato solicitou formalmente a prorrogação dos prazos por 30 dias, para aguardar a tramitação do projeto de lei que prevê o reaproveitamento dos trabalhadores em órgãos públicos estaduais. Reaproveitamento dos trabalhadores O projeto de lei está: Solicitamos acesso ao texto do projeto e estamos aguardando resposta.Foi garantido, entretanto, que os trabalhadores continuarão nos seus respectivos locais e turnos, a partir do dia 9, data em que a Águas do Pará assumiu o serviço. Vamos em frente, a luta continua! O Sindicato reafirma seu compromisso com a defesa da vida, da dignidade e dos direitos de todos os trabalhadores e trabalhadoras da Cosanpa.

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ADI 7385 no STF: o que está em jogo no julgamento que pode redefinir o futuro da Eletrobras

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7385, que segue em julgamento no Supremo Tribunal Federal, tornou-se um dos pontos centrais da disputa em torno da privatização da Eletrobras — hoje rebatizada como Axia Energia. O processo questiona o limite de 10% do poder de voto imposto a qualquer acionista, inclusive à União, apesar de o governo deter cerca de 43% das ações ordinárias. Em um cenário que combina forte impacto sobre a soberania energética, debates jurídicos complexos e interesses do mercado, Wellington Diniz — secretário de Assuntos Jurídicos da FNU — elaborou uma análise detalhada da situação atual, explicando o andamento do julgamento, o conteúdo do acordo firmado entre União e empresa, o placar no STF e as implicações políticas e institucionais desse processo. A seguir, publicamos na íntegra sua avaliação técnica e política. RESUMO – SITUAÇÃO ATUAL DO JULGAMENTO DA ADI 7385 NO STF (atualizado em 05/12/2025) A Ação Direta de Inconstitucionalidade ADI 7385, em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), discute pontos centrais da lei que permitiu a privatização da Eletrobras (hoje Axia Energia). Em especial, questiona o dispositivo da Lei 14.182/2021 que limitou o poder de voto de qualquer acionista – inclusive da própria União – a 10%, embora o governo detenha cerca de 43% das ações ordinárias da companhia. 1. Como chegamos até aqui A ADI foi proposta em 2023 pela Advocacia-Geral da União (AGU), em nome do governo federal, sustentando que essa limitação do voto da União é inconstitucional. O relator, ministro Kássio Nunes Marques, encaminhou o caso à Câmara de Conciliação da AGU, o que levou a várias prorrogações de prazo ao longo de 2023 e 2024 para tentativa de acordo entre União e Eletrobras. 2. O acordo União–Axia (Eletrobras) levado ao STF Em 26 de março de 2025, governo e empresa firmaram um Termo de Conciliação, depois aprovado em Assembleia Geral Extraordinária de acionistas em 29/04/2025. Esse termo é o que está sendo analisado agora pelo STF dentro da ADI 7385. De forma resumida, segundo a imprensa especializada em energia e infraestrutura, o acordo prevê: • Governança da Axia/Eletrobras Na prática, o acordo não devolve o controle da empresa ao Estado nem o voto proporcional aos 43% de ações da União; ele aumenta a presença do governo na governança, ao mesmo tempo em que alivia obrigações da empresa na área nuclear. 3. O que o STF está julgando agora Desde o fim de novembro, o STF passou a analisar se homologa ou não esse acordo dentro da ADI 7385: Placar atual: 5 x 4 A favor da homologação integral: Pela homologação parcial: O ministro Luiz Fux não estava presente e o julgamento foi suspenso, devendo ser retomado em 11 de dezembro de 2025. Ou seja, não há decisão final. O STF avalia: 4. Como a imprensa especializada e o movimento sindical estão lendo esse cenário A imprensa especializada em energia destaca que o acordo: A imprensa econômica ressalta que: Para entidades e especialistas do setor elétrico, o acordo é insuficiente e até lesivo ao interesse público, pois: FNU, CNE, e sindicatos Amicus Curiae defendem que o STF julgue o mérito da ADI 7385 e reconheça a inconstitucionalidade do limite de 10%. Em resumo, para os(as) associados(as): O STF discute homologar o acordo União–Axia, que: Placar parcial: 5 x 4 pela homologação integral.Retomada: 11/12/2025. Entidades sindicais criticam o acordo por não recuperar o poder de voto da União nem reverter a privatização, alertando para impactos na soberania energética, investimentos e condições de trabalho. O Sindicato dos Urbanitários do Maranhão seguirá acompanhando o julgamento, em diálogo permanente com CNE, FNU, CNU e demais organizações, e manterá a categoria informada sobre qualquer mudança relevante no andamento da ADI 7385 e nas lutas pela recuperação do controle público do setor elétrico. WELLINGTON DINIZ ADVOGADODIRETOR JURÍDICO DO STIUMASECRETÁRIO DE ASSUNTOS JURÍDICOS DA FEDERAÇÃO NACIONAL DOS URBANITÁRIOS – FNU

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Assembleia será realizada nesta sexta-feira, 5 de dezembro

O Sindicato dos Urbanitários do Pará informa que a assembleia previamente marcada para esta quinta-feira, 4 de dezembro, foi transferida para sexta-feira, 5 de dezembro, no início do expediente, nos locais de trabalho. A alteração se deu devido a imprevistos de última hora. Reunião entre Sindicato e Cosanpa (02/12) Na última terça-feira, 2 de dezembro, representantes do Sindicato dos Urbanitários do Pará reuniram-se com a direção da Cosanpa para tratar de temas importantes para a categoria, como: Resultado será apresentado à categoria Todo o conteúdo discutido na reunião será socializado com os trabalhadores e trabalhadoras durante as assembleias desta sexta-feira, 5 de dezembro, nos locais de trabalho, em Belém e nas regionais. A reunião foi solicitada pelo Sindicato diante da falta de transparência e da ausência de definições claras sobre assuntos que impactam diretamente a vida profissional da categoria. Participe! A presença de todos/as é fundamental para o fortalecimento da luta coletiva.

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