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Equatorial Pará ainda não pagou a Bonificação Adicional dos/as trabalhadores/as da Superintendência Norte

Conforme a cláusula 6ª do acordo coletivo de trabalho referente ao Programa de Participação nos Lucros ou Resultados (PPLR), relativo ao ano de 2025, o pagamento do valor equivalente à participação dos TRABALHADORES nos resultados dos PPLR 2025 deve ser efetuado até o dia 15 de abril do ano de 2026, ou seja, o prazo final transcorre nesta quarta-feira, 15/4.

A PLR foi paga no dia 2 de abril para o conjunto dos trabalhadores, ocorre que a Bonificação Adicional das equipes lotadas na Superintendência Norte da Equatorial no Pará ainda não foi liberada.

Em contato com a empresa, o Sindicato dos Urbanitários do Pará obteve a informação de que existe um pedido de revisão do IAR da Regional Norte e que ainda não teria uma posição final, mas que estaria aguardando o retorno da revisão.

Informaram ainda que nos dariam um retorno, mas até o fechamento desta edição, não recebemos resposta.

Muito estranho

O que chama a atenção é a falta de transparência e de respeito da Equatorial no Pará com os companheiros que ainda não receberam a Bonificação Adicional.

Descumprindo o acordo da PLR, a empresa deixou de divulgar as metas. Ora, como acompanhar se não sabem quais são as metas? E mais, a empresa não divulgou as notas das equipes.

Estranho também esse impasse sobre o pagamento da Bonificação às equipes que atuam em áreas premiadas, com os destaques para “Melhor Regional GSTC, Regional Norte, Atitude”, “Regional Norte, Destaque 2025” e “Melhor Produtividade Global CPROD: Regional Norte”.

Os trabalhadores/as perguntam: afinal, até quando vai durar esse impasse do pedido de revisão?

Denúncias apontam que gestão da empresa prejudicou trabalhadores na PLR 2025

Denúncias chegadas ao Sindicato dos Urbanitários afirmam que trabalhadores/as de várias áreas da Equatorial no Pará deixaram de alcançar a Bonificação Adicional relativa à PLR 2025 devido à ineficiência da gestão da empresa.

Questões que não dependem da dedicação e esforço dos trabalhadores para o alcance de metas, ou seja, aspectos que são da parte gerencial da Equatorial no Pará acabaram por diminuir ou inviabilizar o direito do terceiro salário na PLR 2025.

O comentário é de que quem acaba “pagando o pato”, nessa história, é o/a trabalhador/a.

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