3

Últimas notícias

3

Últimas notícias. 

Author name: sindicato urbanitarios

Alepa debate nesta quinta-feira, 7 de maio, o serviço da empresa Águas do Pará

As frequentes falhas no abastecimento, a baixa qualidade da água e ausência de respostas eficazes à população por parte da empresa Águas do Pará serão objetos de debate em sessão especial a ser realizada nesta quinta-feira, 7 de maio, às 9h, na Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa), para a qual a direção do Sindicato dos Urbanitários do Pará foi convidada a fazer parte da mesa da referida sessão. A realização deste importante debate atende requerimento da deputada estadual Lívia Duarte (PSOL). Dirigentes do Sindicato dos Urbanitários confirmaram participação e a entidade sindical convida todos/as trabalhadores/as da Cosanpa, da Equatorial, da Axia Energia, da Água do Pará e a população em geral para participarem dessa sessão especial na Alepa, pois o tema está diretamente relacionado à saúde pública, à dignidade da pessoa humana e à garantia de direitos fundamentais, preconizados na Constituição Federal. A Carta Magna do País impõe ao Poder Público o dever de assegurar o serviço de abastecimento de água como prestação de forma contínua, adequada, eficiente e segura, daí a importância do debate para cobrar do governo do Estado, da Cosanpa e da Águas do Pará a responsabilidade pelo serviço que foi repassado à iniciativa privada com o argumento de investimento e eficiência, mas que na prática vem deixando a população sem água e sem esclarecimentos.

Alepa debate nesta quinta-feira, 7 de maio, o serviço da empresa Águas do Pará Read More »

Escala 6×1: jornada menor na Europa manteve empregos e não reduziu PIB

Estudo analisa casos da França, Itália, Bélgica, Portugal e Eslovênia Um artigo publicado na revista científica alemã Instituto de Economia do Trabalho (IZA) não identificou queda do Produto Interno Bruto (PIB) após redução da jornada de trabalho adotada em cinco países europeus entre 1995 e 2007. O nível do emprego na França, Itália, Bélgica, Portugal e Eslovênia também não foi significativamente afetado pelas reformas, segundo os pesquisadores Cyprien Batut, Andrea Garnero e Alessandro Tondini. O levantamento da IZA, instituição mantida pela Fundação Deutsche Post, também identificou efeitos positivos, “mas insignificantes”, sobre os salários por hora e o valor adicionado por hora trabalhada. Esses cinco países tiveram ainda um crescimento “relativamente robusto” do PIB no período. Os resultados diferem de pesquisas que vem sendo divulgadas no Brasil no contexto da discussão do fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1), com algumas projeções apontando para redução do PIB e do emprego, e outras indicando aumento de contratações devido à redução das horas trabalhadas. “Entre 1995 e 2007, os países europeus experimentaram um crescimento relativamente forte. A redução do horário de trabalho padrão e o aumento do custo da mão de obra por hora trabalhada foram rapidamente absorvidos, sem efeitos consideráveis sobre o emprego”, diz a publicação de setembro de 2022. Ao todo, a pesquisa analisou 32 setores da economia, a partir de bancos de dados de instituições europeias, com corte em 2007 para evitar distorções causadas pela crise financeira de 2008. Também foram excluídos setores como agricultura, educação, saúde, assistência social, artes e entretenimento “porque geralmente [esses setores] apresentam uma alta proporção de trabalhadores autônomos ou de trabalhadores do setor público”. “Partilha do trabalho” O estudo destaca que o resultado não valida a teoria da “partilha do trabalho”, usada por algumas analistas para projetar aumento do emprego com redução da jornada. A tese parte do pressuposto de que os empresários tenderiam a contratar mais para repor as horas reduzidas com a reforma. Por outro lado, a pesquisa também não confirma outra premissa – usada, em especial, em estudos de entidades patronais – de que o aumento do custo do trabalho, por meio da redução da jornada sem redução salarial, tenderia à perda de postos de trabalho. “Nossos resultados também não apoiam a visão de que reformas na jornada de trabalho padrão, que não implicam também em redução dos salários mensais/semanais, têm um efeito negativo significativo sobre o emprego, como sugeriria um modelo clássico de demanda e oferta de trabalho”, concluíram. Os estudiosos afirmam que esses resultados sugerem que a redução da jornada, sem alteração nos salários, funciona de forma “muito semelhante” ao aumento do salário mínimo. Bem-estar do trabalhador Os pesquisadores descartam que, apesar do estudo focar no nível de emprego após as reformas, é preciso ainda levar em consideração o bem-estar e produtividade dos trabalhadores com a redução da jornada de trabalho. “Se as reformas do tempo de trabalho não prejudicarem os trabalhadores, seja em termos de salários ou de emprego, ao mesmo tempo que liberam mais tempo de lazer, pode-se argumentar que uma semana ou jornada de trabalho mais curta leva a um aumento do bem-estar”, concluem os estudiosos. Por outro lado, destaca-se que os retornos “decrescentes” para empresas das jornadas mais longas, indica que uma semana de trabalho mais curta também “poderá beneficiar as empresas em termos de maior produtividade e maior capacidade de atrair e reter trabalhadores”.

Escala 6×1: jornada menor na Europa manteve empregos e não reduziu PIB Read More »

Primeiro de Maio, Dia de luta por mais direitos 

Urbanitários sempre na luta pelo avanço nos direitos e interesses dos trabalhadores/as. Na sexta-feira, 1 de maio, participamos da mobilização pela data, momento de reivindicar mais direitos e dignidade à classe trabalhadora Campanha “Vida além do Trabalho”, pela saúde mental e contra o esgotamento; Contra o feminicídio, a misoginia, a homofobia, o racismo e todas as formas de discriminação!!

Primeiro de Maio, Dia de luta por mais direitos  Read More »

1º de Maio Dia do Trabalhador

Neste 1º de Maio, o Sindicato dos Urbanitários do Pará homenageia todos os trabalhadores e trabalhadoras que, com coragem, dedicação e compromisso, seguem construindo diariamente o desenvolvimento da nossa sociedade. Esta data representa a força, a resistência e a história de luta da classe trabalhadora na defesa de direitos, dignidade, segurança, melhores condições de trabalho e valorização profissional. Nos serviços essenciais, nas ruas, nas empresas, nos locais de trabalho e em cada jornada cumprida, está a presença de homens e mulheres que movem o nosso estado e contribuem para um futuro mais justo. Que este Dia do Trabalhador e da Trabalhadora fortaleça ainda mais a união, a consciência de classe e o compromisso coletivo com a defesa dos direitos conquistados. Parabéns a todos os trabalhadores e trabalhadoras! Sindicato dos Urbanitários do ParáForça, luta e compromisso com a categoria.

1º de Maio Dia do Trabalhador Read More »

PRIMEIRO DE MAIO: Classe trabalhadora nas ruas pela redução da jornada de trabalho, sem redução de salários

A luta da classe trabalhadora no Brasil resultou em direitos fundamentais que hoje fazem parte da CLT — Consolidação das Leis do Trabalho. Se hoje você recebe 13º salário, possui férias remuneradas, dispõe de previdência social com possibilidade de aposentadoria, tem direito à licença maternidade e paternidade, isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, entre outros direitos, é porque essas conquistas foram resultado de luta, mobilizações e greves. Agora, a principal bandeira de luta é a redução da jornada de trabalho, com o fim da escala 6×1. Essa importante pauta será o tema central das mobilizações deste Primeiro de Maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora. É fundamental que você, trabalhador e trabalhadora, esteja nesta luta, nas ruas neste Primeiro de Maio, mostrando ao Congresso Nacional, onde tramita a PEC do fim da escala 6×1, que a classe trabalhadora brasileira exige: redução da jornada de trabalho, sem redução de salário! Todos e todas na campanha “Vida além do Trabalho”, pela saúde mental e contra o esgotamento. Em Belém, a mobilização será na: Praça da República, próximo ao Bar do ParqueSexta-feira, Primeiro de MaioÀs 9h Participe! A luta contra o feminicídio, a misoginia, a homofobia, o racismo e todas as formas de discriminação também estão na pauta da luta da classe trabalhadora neste Primeiro de Maio. Venha fazer parte desta onda pelo bem comum, pelo respeito à diversidade e pela vida das mulheres! A jornada de 44 horas semanais está vigente no Brasil há quase 40 anos. Diante do avanço tecnológico, é perfeitamente possível reduzir a jornada, garantindo mais qualidade de vida e aumento da produtividade.

PRIMEIRO DE MAIO: Classe trabalhadora nas ruas pela redução da jornada de trabalho, sem redução de salários Read More »

Saúde mental: atualizações da NR1 exige gestão de riscos psicossociais

A nova redação da NR-1, focada na gestão de riscos ocupacionais e psicossociais, entra em vigor em maio de 2026. A atualização determina que as empresas incluam fatores de risco psicossociais em seu Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). A nova NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1) obriga as empresas a ter uma área específica que trate da prevenção de doenças ou distúrbios psicológicos. O trabalho consiste em mapear, avaliar e controlar fatores como estresse, assédio e esgotamento mental, tratando a saúde mental como risco ocupacional. A partir de maio o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Auditoria-Fiscal do Trabalho, poderá ser acionado para fiscalizações/autuações.

Saúde mental: atualizações da NR1 exige gestão de riscos psicossociais Read More »

Negociação da data-base 2026 dos trabalhadores da Axia Energia 

A sexta rodada de negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2026/2028 da Axia Energia, realizada nesta quinta e sexta-feira (23 e 24 de abril), marcou o encerramento das mesas de negociação que, ao longo de dois meses, avaliaram e debateram as reivindicações dos trabalhadores/as, bem como as propostas apresentadas pela empresa. Durante todo o processo, o Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) fez uma defesa incansável das 94 cláusulas contidas na pauta de reivindicações da categoria, em uma negociação difícil e minuciosa, reconhecendo o novo contexto da Axia, mas sem esquecer a história que construiu o Acordo Coletivo de Trabalho vigente. Uma empresa do porte da Axia Energia, que se apresenta como a maior do setor elétrico da América Latina e altamente lucrativa, precisa fazer jus ao discurso que propaga: valorizar seus trabalhadores, garantir direitos e estabelecer condições de trabalho à altura de sua posição no mercado. Quem fala em inovação, modernidade e liderança de mercado precisa também respeitar e considerar quem constrói diariamente os seus resultados. Agora, passamos para a próxima fase: a realização das assembleias para avaliação da proposta que será encaminhada pela empresa. A orientação do CNE é que cada sindicato realize suas assembleias deliberativas de apreciação a partir de 4 de maio e promova o debate com a base sobre a proposta apresentada pela empresa.

Negociação da data-base 2026 dos trabalhadores da Axia Energia  Read More »

Rolar para cima