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Author name: sindicato urbanitarios

CUT debate transição justa, empregos verdes e direitos dos trabalhadores

Durante dois dias de seminário, dirigentes sindicais e especialistas defenderam uma transição energética com justiça social, empregos decentes e participação da sociedade nas decisões A transição energética já está em curso e deve acelerar nos próximos anos, mas para que ela beneficie a classe trabalhadora será necessário garantir empregos decentes, proteção social, qualificação profissional e participação efetiva dos sindicatos nas decisões. Esse foi o principal consenso do seminário “Transição Justa e Empregos Verdes: Uma Estratégia Sindical”, realizado pela Secretaria do Meio Ambiente da CUT Nacional em parceria com a Organização Internacional do Trabalho Brasil (OIT), nos dias 28 e 29 de maio. O encontro reuniu lideranças sindicais, especialistas e representantes de instituições ligadas como o Movimento dos Atingido por Barragem (MAB) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), para debaterem os impactos das mudanças climáticas, a expansão das energias renováveis e os desafios para construir uma economia de baixo carbono que combine desenvolvimento, justiça social e ampliação de direitos. Entre os temas centrais estiveram a geração de empregos verdes, o combate à precarização do trabalho, a soberania energética e a necessidade de garantir que a transição para novos modelos produtivos não reproduza desigualdades já existentes. Meio ambiente precisa estar na pauta sindical Para a secretária de Meio Ambiente da CUT, Rosalina Amorim, a crise climática já afeta diretamente milhões de trabalhadores e exige uma atuação cada vez mais presente do movimento sindical. “O tema do meio ambiente precisa passar pela classe trabalhadora. É fundamental que os sindicatos incluam essas questões nos acordos coletivos e participem ativamente desse debate”, afirmou. Segundo ela, eventos climáticos extremos têm provocado impactos crescentes nas condições de trabalho e de vida da população. Por isso, a transição energética deve ser acompanhada de proteção social, garantia dos empregos e participação dos trabalhadores nos processos de mudança. “Quando ocorrem mudanças nos processos produtivos, é preciso garantir proteção dos empregos, requalificação profissional e melhores condições de trabalho. Os trabalhadores precisam participar dessas decisões”, destacou. Rosalina também defendeu a democratização do acesso à energia. “A energia precisa ser democratizada. Não pode servir apenas aos interesses do grande capital e do lucro. Ela deve beneficiar toda a população”, afirmou. Transição energética não pode reproduzir desigualdades A secretária nacional de Políticas Sociais e Direitos Humanos da CUT, Jandyra Uehara, alertou que a transição justa não pode ser reduzida às mudanças tecnológicas ou à substituição das fontes de energia. Segundo ela, a CUT acompanha há anos os impactos da expansão dos empreendimentos de energia renovável, especialmente no Nordeste, e tem recebido denúncias de violações de direitos em áreas atingidas por grandes projetos. “Temos recebido denúncias sobre violações contra comunidades, desrespeito à Convenção 169 da OIT, precarização do trabalho e contratos abusivos envolvendo agricultores familiares”, relatou.

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Dia do Meio Ambiente: água, essencial à vida

🌱 A água é o recurso natural mais essencial para a manutenção da vida e o equilíbrio dos ecossistemas. Proteger os recursos hídricos é fundamental para garantir a segurança hídrica, a produção de alimentos e energia.A governança das águas é a principal ferramenta para mitigar os impactos das mudanças climáticas e garantir a justiça social.Lamentavelmente, o governo do Estado não teve compromisso e nem competência para gerir a Companhia de Saneamento do Pará, repassando o serviço à iniciativa privada (AEGEA/Águas do Pará), que vem deixando a empresa sem investimentos, a população sem água e o futuro sem esperança da sonhada universalização da água.Pesquisa recente apurou que 64% dos consumidores avaliam os serviços da Águas do Pará como “ruins” ou “péssimos”, apontando a falta de água frequente, cobranças elevadas e baixa qualidade no atendimento como os principais problemas.O Sindicato dos Urbanitários do Pará continua na luta pelo saneamento público e de qualidade e em defesa dos trabalhadores/as da Cosanpa, que mesmo sem as devidas condições de trabalho, sempre conseguiram prestar um serviço contínuo e com tarifa justa. Vamos em frente, a luta continua! uranitariosdopara #5j #diadomeioambiente🌿🍃🍀🌴🌳🌿

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🙌🏾 Recebe a força viva de recomeçar. O corpo de Cristo fortalece. O sangue de Cristo cura. O que estava caído, o Senhor refaz. E nada vai conseguir te derrubar.

🙏🏽 Que essa data nos inspire a viver com mais amor ao próximo. Com mais caridade e unidade com Deus.🤝

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Aprovado o fim da escala 6×1 e redução da jornada de trabalho para até 40 h semanais

A Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira, 27 de maio, em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece jornada de trabalho de 40 horas semanais em cinco dias com dois de descanso, acabando com a escala 6 X 1 (um dia de descanso e 44 horas semanais). O texto prevê uma transição e leis específicas para tratar de algumas carreiras. Agora é pressionar o Senado Federal! É mais dignidade para o trabalhador. Vamos juntos até a aprovação final! A PEC 221/19 foi aprovada em 2º turno com 461 votos a favor e 19 contra. No 1º turno, foram 472 votos a favor e 22 contra. O texto que irá ao Senado é um substitutivo do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) para a PEC do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que previa jornada de 36 horas, e para a PEC 8/25, da deputada Érika Hilton (Psol-SP), de igual jornada em quatro dias. Segundo o texto, a redução da carga horária semanal será sem redução de salários e haverá uma transição para chegar às 40 horas. Depois de dois meses da publicação da futura emenda constitucional, já valerão os dois dias de descanso remunerado por semana, um dos quais preferencialmente aos domingos. Também a partir desse prazo o trabalhador registrado na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) contará com carga horária semanal de 42 horas.

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Nova NR-1 amplia prevenção de riscos para a saúde mental nos ambientes de trabalho

A partir de 26 de maio, entrou em vigor a atualização da Norma Regulamentadora 1 (NR-1) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que passa a prever expressamente a inclusão dos riscos psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais das organizações. A medida obriga empresas de todos os portes com contratos regidos pela CLT, incluindo órgãos públicos, a identificar, avaliar e controlar fatores que possam afetar a saúde mental dos trabalhadores. O descumprimento pode resultar em responsabilização judicial. A mudança ocorre em meio ao avanço dos afastamentos por transtornos mentais no Brasil. Em 2025, a Previdência Social concedeu mais de 546 mil benefícios por incapacidade temporária relacionados a transtornos mentais e comportamentais, o maior número da série histórica. Em pouco mais de uma década, esse volume mais que dobrou. A atualização buscou deixar mais claro para as organizações que a forma como o trabalho é organizado também precisa ser analisada e gerenciada para prevenir adoecimentos. Inicialmente prevista para maio de 2025, a norma foi adiada por um ano para garantir o prazo de adaptação das empresas. Um dos pontos centrais da nova regra é que ela não trata de diagnósticos individuais, mas de condições coletivas. O foco está em identificar situações no dia a dia que geram sofrimento psíquico, como assédio moral e sexual, pressão excessiva por metas, jornadas prolongadas e falhas de comunicação. No teletrabalho, somam-se a isso a hiperconectividade e a dificuldade de desconexão. Para a psicóloga Fabíola Maria de Carvalho Izaias, chefe do Núcleo de Atenção Psicossocial (NAPS) do TST, a norma expande o olhar sobre o que significa um ambiente seguro e reforça que a verdadeira prevenção começa antes dos primeiros sintomas. “Pensar em saúde mental no trabalho não significa apenas acolher quem já está adoecido. Significa compreender como o trabalho está organizado e corrigir situações que possam gerar sofrimento”, explica. “A prevenção começa muito antes do adoecimento aparecer. O que observamos é como a estrutura afeta coletivamente as equipes”, completa.

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Projeto de reaproveitamento dos trabalhadores/as da Cosanpa

Nesta terça-feira, 26 de maio, uma comissão do Sindicato dos Urbanitários voltará à Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) para dar continuidade às articulações políticas em busca do Projeto de Lei (PL) de reaproveitamento dos trabalhadores/as da Cosanpa pós-privatização. Na semana passada, a entidade sindical foi recebida no gabinete da deputada Maria do Carmo, que mediou reunião do Sindicato com o líder do governo do Estado na Alepa, deputado Iran Lima. Na reunião, expusemos a situação da demora no trâmite do PL, que está parado na Seplad (Secretaria de Estado de Planejamento e Administração). Lima se comprometeu a contactar o chefe da Casa Civil e a governadora, para que honrem o que foi acertado anteriormente em reuniões realizadas na Casa Civil, na Cosanpa e na Alepa. Inclusive, a criação do PL de reaproveitamento dos trabalhadores/as da Cosanpa, a pedido do Sindicato, foi deliberação do Conselho de Administração da empresa. A entidade sindical está empenhada em buscar celeridade ao trâmite desse PL para fazer justiça aos companheiros e companheiras da Cosanpa, que não podem ficar prejudicados por conta da privatização da empresa! Fique atento!

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Assédio moral no Utinga: gestor é dado a gritar com seus subordinados

Recebemos denúncia de assédio contra trabalhadores/as por parte do gestor do setor de Patrimônio. Tudo porque ele era cobrado por diretores e não aceitou que uma trabalhadora apresentasse um atestado médico justificando sua ausência. Ainda houve a tentativa, por parte da trabalhadora, de explicar seu afastamento, mas ela foi informada de que seria remanejada para São Brás. A trabalhadora não aceitou e procurou outro local no Utinga para desenvolver suas atividades. O mesmo gerente, que, segundo a denúncia, gosta de gritar com seus subordinados, quase foi às vias de fato com outro trabalhador, que acabou sendo transferido para São Brás. O gestor, que é comissionado, foi transferido para o setor de Recursos Humanos, como se nada tivesse acontecido. Já vimos esse filme antes. Parece que a empresa entende que o assediador é vítima e os subordinados são os culpados. Exigimos apuração rigorosa no sentido de coibir tais práticas de determinados comissionados que acham que podem tudo dentro da empresa. Vamos aguardar a manifestação da diretoria sobre as providências a serem tomadas. Estamos de olho!

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Neste domingo, 24/5, Ato Público pelo fim da escala 6×1 e pela redução da jornada de trabalho

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho está em análise na Comissão Especial da Câmara dos Deputados. A votação do parecer do relator está marcada para esta segunda-feira, dia 25 de maio de 2026. Para pressionar os deputados a aprovarem a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho, as centrais sindicais convocam Ato Público para este domingo, 24 de maio, em todo o Brasil. Em Belém, a manifestação acontecerá na Praça da República, às 8h30. Vamos firmes e fortes participar desse momento importante da luta histórica da classe trabalhadora no Brasil, pela redução da jornada de trabalho! Convidamos a todos e todas a se fazerem presentes. A aprovação da PEC do fim da escala 6×1 e redução da jornada de 44 para até 40 horas semanais interessa a todas/as os trabalhadores/as, que terão vida além do trabalho. Essa luta expõe fortemente a disputa de classes no Brasil: de um lado, políticos fascistas, de direita e/ou do chamado centrão, parlamentares inimigos do povo, que estão no Congresso Nacional para defender os interesses dos ricos, dos patrões, do agronegócio, que visam aumentar a exploração da classe trabalhadora. Eles se aproveitam da discussão para tentar aumentar a jornada de trabalho e retirar direitos. É deles a proposta de jogar o fim da escala 6×1 e redução da jornada para daqui a 10 anos, além do aumento da jornada para 52h. Do outro lado, estamos nós, trabalhadores e trabalhadoras, que trabalham honestamente, submetidos a sobrecarga e altas jornadas de trabalho, mas que temos consciência da importância e do valor da luta sindical e social. Sempre fomos nós que conseguimos influenciar a luta política em defesa dos direitos e interesses da classe trabalhadora, do povo brasileiro. E agora mais uma vez estamos sendo chamados para exigir respeito, dignidade e mais tempo para o descanso, convivência familiar, estudo, lazer e cuidados com a saúde física e mental. É a nossa vida que está em jogo, vamos para a rua exigir o fim da escala 6×1 e redução da jornada de trabalho, sem redução de salário. Vamos em frente, a luta continua!

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