Nesta terça-feira, 19 de maio, uma equipe de dirigentes do Sindicato dos Urbanitários do Pará vai à Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) com a intenção de reunir com o chefe da Casa Civil, Luiziel Guedes, e com a deputada estadual Maria do Carmo (PT), para tratar do Projeto de Lei (PL) de reaproveitamento de trabalhadores/as da Cosanpa pós-privatização.
A possibilidade de lotação de egressos/as da Cosanpa após o processo que privatizou parte da Companhia vem sendo pautada pela entidade sindical desde antes da aprovação da privatização. Nesse sentido, o Sindicato já reuniu diversas vezes com deputados/as estaduais e com a Casa Civil.
Em reunião realizada em março, ficou definido que a Casa Civil iria enviar o anteprojeto à Seplad (Secretaria de Estado de Planejamento e Administração) para então ser enviado à PGE (Procuradoria Geral do Estado). Depois, voltaria à Casa Civil, que enviaria à Alepa, e seguindo a tramitação, seria sancionado pela governadora.
Na prática, o anteprojeto está parado na Seplad, daí a necessidade do Sindicato dar uma pressão, cobrando celeridade e urgência nesse trâmite.
No próximo informativo, socializaremos novos informes. Fique atento!
Denúncias: assédio moral rola solto na Cosanpa
Em um sábado, o gerente de Transporte, que é comissionado, deu ordem verbal ao agente administrativo para que fosse buscar um carro da Cosanpa que teria ficado no prego na terceira ponte da Alça Viária.
Ocorre que esse serviço não faz parte das funções do agente administrativo. Por isso, ele não foi rebocar o veículo e foi “castigado” pelo gerente de Transporte com a transferência do trabalhador, do Utinga para São Brás.
O correto era o motorista e o gerente irem rebocar o veículo.
Mais assédio moral na Companhia de Saneamento

Outra denúncia dá conta de que, com a saída do pessoal do sistema prisional, equipe de cerca de 10 pessoas que realizava serviços na Cosanpa, gerentes estão obrigando os trabalhadores da Cosanpa a subirem e descerem com mesas, cadeiras e armários.
Essa “ordem” caracteriza disfunção, conforme o que está estipulado no Plano de Cargos e Salários (PCS).
A denúncia diz ainda que “aquele que se recusar a executar tais ordens, é ameaçado de transferência da unidade”.
Orientamos os trabalhadores/as que sofrerem qualquer tipo de assédio, que façam Boletim de Ocorrência e nos enviem uma cópia, para as providencias cabíveis.






