O golpe contra a soberania energética do Brasil não terminou com a privatização da Eletrobras no governo Bolsonaro. Ele segue em curso. A empresa privatizada se apropriou de cerca de R$ 30 bilhões que não foram construídos pela iniciativa privada, mas acumulados enquanto a Eletrobras ainda era pública, fruto do trabalho dos eletricitários.
De forma ardilosa, a Eletrobras privatizada quer usar esse patrimônio público para distribuir dividendos a acionistas, transformando recursos estratégicos da nação em lucro privado. Trata-se de um escândalo que aprofunda a perda de soberania energética, enfraquece o Estado e compromete o futuro do setor elétrico nacional.
Isso é mais uma prova de que a privatização da Eletrobras foi, e continua sendo, um crime contra o Brasil. Um ataque direto ao patrimônio público que precisa ser denunciado, investigado e revertido.
O crime de Bolsonaro contra o Brasil segue em andamento.
Por Carlos Eduardo







