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O encontro, que acontecerá no auditório Freitas Nobre, reunirá especialistas, parlamentares, pesquisadores e representações de trabalhadores do setor para discutir os impactos …

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O encontro, que acontecerá no auditório Freitas Nobre, reunirá especialistas, parlamentares, pesquisadores e representações de trabalhadores do setor para discutir os impactos …

Quem realmente paga a conta de luz no Brasil?

Um estudo recente do @inescoficial revela algo alarmante: a energia elétrica, uma das mais caras do mundo em relação à renda, pesa muito mais no bolso das famílias pobres, negras e chefiadas por mulheres.

Enquanto isso, grandes empresas continuam isentas das bandeiras tarifárias, e o custo crescente do sistema elétrico acaba recaindo sobre quem menos consome e quem menos pode pagar.

Os números mostram que, para milhões de brasileiros, a energia deixou de ser um serviço essencial e virou motivo de exclusão social.
Quando a conta de luz consome até 10% da renda – e ultrapassa esse limite entre mulheres negras de baixa renda –, estamos diante de uma injustiça energética que amplia desigualdades raciais, de classe e de gênero.

Em plena crise climática, e às vésperas de mudanças decisivas no setor elétrico, não basta falar em energia “verde”.
É preciso enfrentar um modelo que sobrecarrega os mais vulneráveis e beneficia quem mais lucra.

O que precisa mudar?

  • Ampliar a Tarifa Social de Energia para alcançar mais famílias;
  • Garantir isonomia tarifária, para que grandes consumidores também arquem com custos do sistema;
  • Fortalecer programas comunitários de energia solar, democratizando o acesso;
  • Tornar públicos e acessíveis os dados por raça, gênero e renda, para orientar políticas justas.

Porque energia não é mercadoria, é um direito.
E só uma transição energética justa, popular e inclusiva pode reduzir desigualdades e garantir um futuro possível para todas e todos.

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