Política

Soberania não se entrega!

Neste segundo turno, propostas de privatização colocam em debate o controle de recursos e setores estratégicos como energia, saneamento e infraestrutura. Pense bem antes de votar!

Cartaz da campanha "Soberania não se entrega": mapa do Brasil com hidrelétricas, transmissão de energia, saneamento, portos, ferrovias, petróleo e bancos públicos, alertando para o debate de privatizações no segundo turno.
Arte: FNU / CUT

Neste segundo turno das eleições presidenciais, dois projetos de país estão em debate, inclusive quanto ao papel do Estado na economia.

O programa de governo de Flávio Bolsonaro prevê a retomada do Programa Nacional de Desestatização para acelerar concessões. O candidato também defende a ampliação da participação privada em setores como infraestrutura e energia.

Quem deve definir o futuro dos recursos e serviços essenciais do Brasil? Quais garantias existem de que as decisões atenderão às necessidades da população?

A defesa do patrimônio público e dos serviços estratégicos

A Federação Nacional dos Urbanitários (FNU) e seus sindicatos filiados, incluindo o Sindicato dos Urbanitários do Pará, defendem:

  • O fortalecimento das empresas públicas;
  • A capacidade de planejamento do Estado;
  • A proteção dos recursos naturais;
  • A discussão sobre reestatização de serviços estratégicos.

Defender a soberania é decidir o próprio futuro

Para a Federação e sindicatos filiados, defender a soberania significa garantir que o Brasil tenha condições de tomar suas próprias decisões, promover o desenvolvimento, proteger os trabalhadores e as trabalhadoras e reduzir as desigualdades.

Neste segundo turno, conheça e compare as propostas para o patrimônio público, a infraestrutura e os recursos estratégicos do país.

Pense bem antes de votar!


Sindicato dos Urbanitários do Pará · FNU · CUT