PPLR 2026: assembleias dia 02/10 para avaliação/deliberação do resultado das negociações
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No dia 26/08/2025, o Sintergia-RJ, com assessoria de Marcus Neves Advocacia, obteve vitória no TRT da 1ª região-RJ, com tutela de urgência determinando a suspensão de todos e quaisquer aditivos contratuais individuais no que tange à redução salarial, bem como determinando que a Eletrobras se abstivesse de abordar outros novos empregados com a intenção de implementar reduções salariais, restabelecendo ainda os salários originais a partir de agosto de 2025 a estes trabalhadores, sob pena de multa diária fixada em caso de descumprimento judicial. Síntese da decisão A decisão determinou que a Eletrobras: Contexto A iniciativa na justiça foi decorrente de denúncias de que gestores da Eletrobras estavam se reunindo individualmente com trabalhadores para propor redução salarial. A iniciativa foi entendida pelo sindicato como ilegal, além de assédio moral e prática antissindical. O Acordo Coletivo de Trabalho vigente e assinado entre as partes é claro no item 4 da Cláusula 23: “O enquadramento do empregado na Arquitetura de Carreira e Remuneração não trará redução salarial aos empregados envolvidos, mesmo que sua remuneração não se enquadre dentro dos limites da arquitetura”. O texto do ACT nunca deu margem a qualquer interpretação diferente. Recurso da Eletrobras Em 8 de setembro, a Eletrobras recorreu à decisão com ingresso de Mandado de Segurança Cível no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região. A tese do Sintergia-RJ obteve nova vitória com o indeferimento do Mandado de Segurança. A decisão proferiu que: “A natureza protetiva do Direito do Trabalho impõe uma visão cautelosa sobre a liberdade de negociação individual de direitos essenciais, mesmo para hipersuficientes, dada a assimetria inerente à relação empregatícia.A oferta de compensação não elimina o caráter de redução salarial e a potencial instabilidade financeira a longo prazo, além de não afastar a vulnerabilidade do empregado diante do empregador.A urgência da medida liminar na origem, portanto, residiu na preservação da condição salarial dos trabalhadores, evitando que a consumação de acordos individuais pudesse gerar efeitos difíceis de reverter posteriormente, especialmente quando questionada a legalidade da própria negociação.A alegação de risco de dano reverso à competitividade da empresa não se mostra, em sede de juízo sumário, preponderante sobre o risco de dano à subsistência dos trabalhadores, o qual, embora compensado inicialmente, se manifestaria futuramente, e cuja negociação foi objeto de vedação expressa no âmbito coletivo”. Importância da vitória A nova vitória é histórica na luta pelo direito dos trabalhadores. O Sintergia-RJ destaca que essa decisão pode repercutir em outras tentativas de pressões e retaliações, e tudo isso será levado às esferas necessárias no momento oportuno. O sindicato reafirma aos trabalhadores da sua base que está trabalhando firmemente pelo cumprimento do ACT e da legislação brasileira. “Estamos sempre dispostos a dialogar com a empresa, mas não abrimos mão do cumprimento de acordos assinados. Sigamos firmes na luta por condições de trabalho mais justas!” Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Energia do RJ e Região 📌 Fonte: FNU
Neste domingo, 21, milhares de pessoas foram às ruas das capitais do Brasil para protestar contra a anistia aos condenados por tentativa de golpe de Estado e contra a PEC da Blindagem, conhecida como a PEC da Bandidagem, que prevê exigência de autorização do Congresso para processar criminalmente deputados e senadores. O Sindicato dos Urbanitários do Pará participou do ato público em Belém, que teve início na Praça da República. A PEC cria condições para transformar o Congresso Nacional em um espaço de blindagem a bandidos e criminosos, criando ainda uma casta que separa o legislativo da sociedade em geral.
Urbanitários participam de ato público contra a PEC da Bandidagem Read More »
INFORMATIVA E DELIBERATIVAVamos avaliar/deliberar sobre a proposta apresentada pela empresa para o Acordo Coletivo 2025/2026. Participe! 🗓 Nesta quinta-feira, 11 de setembro📍 19h15 (primeira chamada às 19h)📡 Por videoconferência – Plataforma Zoom O Sindicato dos Urbanitários do Pará realizará assembleia geral com as trabalhadoras e trabalhadores da ENERGISA SOLUÇÕES S/A, LINHAS DE XINGU TRANSMISSORA DE ENERGIA SA, ENERGISA PARÁ TRANSMISSORA DE ENERGIA I S.A. e ENERGISA PARÁ TRANSMISSORA DE ENERGIA II S.A (base Pará e Amapá), na qual vamos avaliar/deliberar a proposta apresentada pela empresa, com vistas à renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2025/2026. ✊ Vamos em frente, a luta continua! 🔎 O que é a Data-base?A data-base é o período em que o Sindicato (representante dos trabalhadores/as) e a direção da empresa se reúnem para negociar a renovação do acordo coletivo de trabalho (ACT), sempre buscando avanços que beneficiem os trabalhadores/as. 📌 A data-base da Energisa ocorre em 1 de junho. Em maio, o Sindicato iniciou o processo para renovação do ACT. Só agora obtivemos uma proposta que pode ser submetida à avaliação dos trabalhadores/as. 👉 Por isso, é tão importante a sua participação na assembleia de hoje!
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O Sindicato dos Urbanitários do Pará marcou presença na 31ª edição do Grito dos Excluídos, realizada neste domingo, 7 de setembro, em Belém. A manifestação destacou pautas importantes para a classe trabalhadora, como: Defender a soberania popular significa garantir que as decisões sobre o futuro do país sejam tomadas por quem vive, trabalha e constrói o Brasil, e não pelos interesses do capital ou de potências estrangeiras.
Urbanitários do Pará participam da 31ª edição do Grito dos Excluídos Read More »
No próximo dia 19 de setembro, das 9h às 12h, o DIEESE e as Centrais CSB, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, NCST, Pública e UGT promovem, em São Paulo, o seminário “Trabalho e clima: os desafios da transição justa”. Participam, como debatedores: O evento faz parte da Virada Sustentável, um festival de atividades gratuitas sobre sustentabilidade, realizado desde 2011. A iniciativa mobiliza organizações da sociedade civil, órgãos públicos, empresas, artistas e cientistas em várias cidades do país. Em São Paulo, em 2025, o festival acontece entre 17 e 21/09. O objetivo da Virada é chamar a atenção para a sustentabilidade e apresentá-la de forma simples e acessível. 📅 Informações do Seminário Título: Trabalho e clima: os desafios da transição justaData: 19/09Horário: 9h às 12hLocal: Rua Aurora, 957, Santa Efigênia, Centro de São Paulo(Próximo ao Metrô República, saída pela rua do Arouche) 📌 Contato para Participação Para participar, entre em contato com a área de Relacionamento do DIEESE:📧 E-mail: relacionamento@dieese.org.br📱 WhatsApp: (11) 97639-4164
Seminário em SP: Trabalho e clima — os desafios da transição justa Read More »
Num país com matriz elétrica limpa e barata, a energia é caríssima, a geração oprime comunidades e o risco de apagão persiste.Causa: rentismo e interesses privados dominam, como diriam os clássicos do socialismo e o irreverente Belchior. O legado de Lênin e Mao Tse-Tung Há mais de um século, na Rússia revolucionária, Lênin defendia, no VIII Congresso dos Sovietes, em 1920, que: “O socialismo significa os sovietes mais a eletricidade.” A afirmação expressava a convicção de que, uma vez conquistado o poder político, era fundamental qualificar o projeto produtivo e as formas de vida que o proletariado buscava construir no socialismo. Tratava-se de: Poucas décadas depois, Mao Tse-Tung conduziu a China a um processo similar: após ampla reforma agrária, a industrialização tornou-se condição essencial para o “Grande Salto Adiante”. Esse processo exigiu ampliar a oferta de energia elétrica, com mecanismos de controle, coordenação e investimentos estatais. Transição energética no Brasil: oportunidades e dilemas O materialismo histórico soviético e chinês oferece, guardadas as diferenças, elementos para refletir sobre os desafios contemporâneos do Brasil, especialmente no campo energético. Emergência climática global Diante disso, a transição energética surge como caminho para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e enfrentar o aquecimento global. O Brasil e sua matriz energética O Brasil possui uma matriz energética relativamente renovável comparada à média mundial, devido principalmente a: Porém, há um impasse central: qual o papel do Estado diante dessa janela de oportunidades e quais serão os impactos políticos, econômicos e sociais dessa transição? Privatização e interesses privados O setor elétrico brasileiro — espinha dorsal da transição energética — foi majoritariamente privatizado: Resultado: o Estado deixou de conduzir a transição energética. Quem lidera hoje são grandes grupos privados, guiados pelo lucro. Falta de planejamento estratégico Outro problema grave é a ausência de planejamento estatal: Essas decisões criam barreiras para outras fontes e desconsideram um plano integrado de curto, médio e longo prazo. Impactos sociais e ambientais Relatos e denúncias mostram que o modelo atual é predatório para comunidades: Como Marx aponta em O 18 Brumário de Luís Bonaparte, as salvaguardas existentes são apenas instrumentos para perpetuar o domínio econômico. Quem se beneficia da energia renovável? Apesar dos volumosos subsídios públicos, a energia renovável: A necessidade de uma visão estratégica Para enfrentar o imperialismo, o avanço do fascismo e a dependência externa, o Brasil precisa: Sem isso, a transição energética servirá apenas para reproduzir desigualdades e beneficiar potências globais. O chamado de Belchior Como canta Belchior em Clamor no Deserto: “Eh! Meus amigosUm novo momento precisa chegarEu sei que é difícil começar tudo de novoMas eu quero tentar.” O Brasil precisa aproveitar a janela de oportunidades da transição energética para reorientar sua economia, fortalecer sua soberania e melhorar a vida da população. Caso contrário, continuaremos reféns de um modelo excludente e dependente. Fonte: outraspalavras.netCássio Cardoso Carvalho — Engenheiro eletricista e mestrando em energia pela UFABC
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No dia 28 de agosto, na terceira reunião para negociar o Programa de Participação nos Lucros ou Resultados referente ao ano de 2026 (PPLR 2026), a comissão da Equatorial Celpa foi à mesa para abrir seu saco de maldades, apresentando propostas que prejudicam a PLR dos trabalhadores/as. Leia neste informativo alguns pontos propostos e veja que, mesmo com lucros milionários e cada vez mais elevados, a Equatorial Celpa apresenta itens que dificultam para a maioria o alcance de uma PLR digna: redução de valores, aumento de metas, supressão da Periculosidade no cálculo, aumento da desigualdade entre um pequeno grupo privilegiado e a maioria dos companheiros/as. Isso é cruel!A PLR é uma conquista do trabalhador/a e deveria ser a demonstração de que a empresa tem “foco em gente”, mas a prática revela a negação da transparência. Os lucros são enormes, mas na hora de dividir, a Equatorial Celpa faz tudo para reduzir a fatia de quem já vive pressionado para atingir metas e prestar um serviço de qualidade. Atenção:Uma nova reunião acontecerá nesta quinta-feira, 04/09. Fique ligado! PROPOSTA DOS SINDICATOS PROPOSTA DA EQUATORIAL CELPA (SACO DE MALDADES) Transparência Periculosidade Metas Fator Absenteísmo Auxílio Doença Acidentário Bonificação Data do Pagamento Condições de Pagamento / Proporcionalidade