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Author name: Jeniffer Galvão

Descumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho

Assembleia emergencial nesta quinta-feira (12) em todo o estado sobre mudança unilateral na assistência médica A Cosanpa quer mudar a operadora do plano de saúde, descumprindo a cláusula 20ª do Acordo Coletivo de Trabalho O Sindicato dos Urbanitários do Pará convoca os trabalhadores e trabalhadoras da Cosanpa para a assembleia geral emergencial que será realizada no início do expediente desta quinta-feira (12), às 8h, no pátio da empresa em todo o estado.A pauta é a decisão da diretoria da Cosanpa de trocar a operadora do plano de saúde, hoje a Unimed, unilateralmente, sem discussão com o Sindicato, que é o representante da categoria.É preciso decidir sobre um calendário de luta para não permitir o descumprimento do ACT e não prejudicar trabalhadores e trabalhadoras num dos direitos mais essenciais que é a assistência médica. A participação de todos e todas é fundamental para garantir o cumprimento do nosso ACT. Vamos à luta!

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Dia Mundial do Meio Ambiente

Resultado de décadas de falta de investimentos, Belém tem um dos piores saneamentos do país Hoje, 05 de junho, é o Dia Mundial do Meio Ambiente e, infelizmente, Belém, que sediará a COP30 em novembro, tem sido destacada na imprensa nacional como uma das cidades com o pior saneamento básico do país. Nos primeiros dias deste mês ganhou visibilidade nacional uma reportagem sobre o alcance das obras de saneamento que o governo do estado do Pará está realizando para receber a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30).A matéria jornalística evidencia o que o Sindicato dos Urbanitários e demais entidades do movimento social do estado vêm denunciando há muito tempo: não há investimentos dos governos em saneamento básico e quando existem beneficiam as elites locais, comprovando o racismo ambiental.A imprensa agora dá destaque para o fato de que as obras da COP30 alcançarão apenas 3% da população de Belém quando se fala de captação e tratamento de esgoto, o que evitaria ou reduziria a poluição dos rios e canais da cidade.A reportagem expõe que o governo Helder Barbalho anuncia que os investimentos no saneamento beneficiarão 500 mil moradores da capital paraense. Mas a gestão estadual não enfatiza em suas propagandas que em relação à coleta e tratamento de esgoto essas obras não alcançarão mais de 40 mil pessoas, as que moram nas áreas mais nobres da cidade. Sem contar que esse investimento é do governo federal.Para o restante do país, o material jornalístico mostra o que estamos cansados de ver e denunciar: a cidade é marcada por esgotos a céu aberto. A jornalista Alexa Salomão percorreu a cidade atrás das obras em canais e mostrou as diferenças entre os canais da área central – Nova Doca e Tamandaré – e os canais da periferia esquecidos e sem manutenção.No canal São Joaquim, no bairro da Sacramenta, ela presenciou que “as pessoas vivem sobre seus próprios restos. Vivem, com o perdão do termo, literalmente sobre a merda”, diz a jornalista no vídeo resumo da matéria divulgado nas redes sociais. Em contraponto, os canais da Nova Doca e Tamandaré estão sendo transformados em parques lineares, beneficiando principalmente a população das classes média alta e alta da cidade.A reportagem mostra ainda que bem próximo da Nova Doca, a comunidade da Vila da Barca tem parcela da população vivendo em palafitas e é para lá que o governo Helder quer direcionar parte do esgoto da Doca.O Sindicato dos Urbanitários, ao destacar essa reportagem, mais uma vez chama atenção neste Dia Mundial do Meio Ambiente para a reflexão que a sociedade paraense deve fazer sobre a destinação dos R$ 4 bilhões repassados pelo governo federal para investimento na infraestrutura da cidade para a COP30 e o legado que vai ficar para a cidade. Só as áreas onde moram os ricos estão sendo beneficiadas, como sempre.Há também que se questionar e cobrar investimentos do governo do estado nos demais municípios paraenses, muitos com saneamento básico zero, inclusive, e mais grave, a continuidade do abandono das populações rurais.Outra questão que não se pode ignorar é o fator midiático das ações do governo Helder Barbalho que mascara as verdades e leva a interpretações falsas. Ao exaltar que as obras de saneamento da COP30 beneficiariam grande parcela da população – o que a reportagem mostrou que não é verdade – Helder Barbalho tira o foco das ações de seu primeiro mandato que aceleraram o sucateamento da Cosanpa para entregá-la à iniciativa privada, que assumirá a prestação dos serviços no início do ano de 2026.É o governo Helder entregando nosso estado, fazendo privatizações por todo o Pará.

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Assédio moral em Santarém

Trabalhador denuncia assédio moral e cárcere privado em Santarém Um trabalhador do setor comercial da Cosanpa em Santarém registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) denunciando ter sido vítima de assédio moral e cárcere privado dentro das dependências da empresa. Ele conta que os atos foram praticados pelo coordenador comercial depois que o trabalhador se contrapôs a determinações de mudanças na condução dos serviços da forma como o coordenador queria.Uma cópia do B.O. foi enviada ao Sindicato dos Urbanitários, que a encaminhou à assessoria jurídica para dar apoio ao trabalhador e tomar as demais medidas cabíveis. Segundo o relato da vítima, o coordenador foi até a sua sala e lhe solicitou mudanças na condução dos trabalhos e, observando que os procedimentos não constam nas normas da Cosanpa, o trabalhador pediu que as alterações fossem requisitadas por meio de ofício para que ele pudesse ficar respaldado.Algumas horas depois, por volta do horário do almoço, o coordenador retornou à sala, trancou a porta e começou a ameaçá-lo com punições como transferência e até demissão por ele ter se recusado a realizar as mudanças sem uma solicitação documentada.Sentindo-se coagido, inclusive com o direito de ir e vir restringido ao ter a porta trancada, o trabalhador, assim que o coordenador saiu da sala, foi à seccional de polícia e registrou o B.O.Além de prestar apoio e assessoria ao trabalhador na esfera criminal, o Sindicato oficializou a empresa para que tome as devidas providências abrindo um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o coordenador assediador. Mais um caso de assédio moral em Santarém A coordenadora administrativa da Cosanpa em Santarém resolveu cobrar o atestado médico de um trabalhador de Óbidos, internado na UTI do hospital da Unimed em Santarém, recuperando-se de um AVC. Demonstrando, no mínimo, falta de sensibilidade e empatia com o estado do trabalhador e sua família, a gestora passou a ligar constatemente para a esposa dele exigindo o atestado, ameaçando que ele iria ficar sem salário ou mesmo poderia ser demitido caso o documento não fosse enviado.A cobrança insistente e incômoda foi reiterada pelo supervisor da unidade de Óbidos que também ficava ligando para a esposa do trabalhador solicitando o atestado. A situação demonstra incompetência dos dois gestores em lidar com a situação delicada que a família está passando. A pressão sobre uma pessoa que está lutando pela vida numa UTI é desnecessária.Por outro lado, a mesma preocupação exagerada da coordenadora com a emissão do documento não é vista em relação às áreas da Cosanpa em Santarém que estão abandonadas, com mato nas alturas e sem iluminação, condições que colocam em risco a vida dos trabalhadores que precisam desempenhar suas atividades em locais mais distantes sem qualquer segurança.Já em Óbidos, segundo informações chegadas ao Sindicato, uma estagiaria contratada por meio da Serviperd é quem está dando as ordens, inclusive manda até no supervisor. Será que a diretoria da Cosanpa está sabendo disso e que providências adotará contra tanta incompetência junta?

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Retirada de materiais da Cosanpa

Utinga: levaram bombas, transformadores e demaisequipamentos da Cosanpa Empresa diz que eram materiais inservíveis, mas na prática, eram usados pelos trabalhadores/as. Ao invés de avaliar para leiloar, a direção da empresa fez “doações” sem o aval do setor técnico e de patrimônio da Cosanpa. Até o momento ninguém sabe o destino do material retirado Esta semana aconteceu um fato no mínimo estranho no Utinga. Via denúncias, tomamos conhecimento de que no dia 6 de maio uma carreta adentrou a Cosanpa do Utinga com pessoas estranhas à empresa. Essas pessoas simplesmente pegaram máquinas, peças de ferro, bombas, transformadores, colocaram na carreta e saíram, sem apresentar documento e sem acompanhamento do setor de patrimônio da Cosanpa.No dia seguinte, aconteceu o mesmo movimento, pessoas estranhas numa carreta levaram mais equipamentos da Cosanpa no Utinga.Sabendo desse ocorrido, a entidade sindical, via ofício, questionou a diretoria da Cosanpa sobre o fato inusitado e ilegal. Conforme a legislação que regulamenta o descarte de peças inservíveis, a diretoria da Cosanpa tinha que ter avaliado o material, separado em lotes e realizado leilão para obter uma compensação pelo descarte do material, afinal foi adquirido por empresa pública com recursos dos cidadãos.Sem avaliação de técnicos e do setor de patrimônio, no final das contas, levaram até equipamento servíveis e que eram sim utilizados pelos trabalhadores/as, uma ilegalidade, imoralidade, um descaso e desrespeito com os consumidores e com os trabalhadores/as. Há relatos de que até peças novas foram levadas, sem qualquer acompanhamento da Cosanpa. O Sindicato dispõe de fotos desse episódio ocorrido no Utinga.No ofício enviado à empresa, o Sindicato solicita esclarecimento e a devida apuração do acontecido no Utinga, pois o patrimônio da Cosanpa é um bem público e deve ser preservado por todos.E o presidente da Cosanpa, José Fernando e sua diretoria, vão tomar alguma providência?Até o fechamento desta edição, a direção da Cosanpa não havia respondido ao ofício do Sindicato.

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