Ao longo desse período, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) esteve presente em cada batalha – por salários dignos, condições de trabalho justas, direitos sociais, democracia, igualdade de gênero e raça, valorização do serviço público, soberania nacional e justiça social.
Fundada em 1983, um dos papéis principais da CUT foi derrotar o autoritarismo da ditadura que torturou e matou quem defendia a democracia, perseguiu e atacou as liberdades democráticas. Direitos, expressões políticas e iniciativas de organização dos trabalhadores foram os principais alvos do regime. Desde então, sua marca tem sido a defesa intransigente dos direitos da classe trabalhadora diante de ataques de patrões, governos autoritários e políticas neoliberais.
Das lutas contra a carestia nos anos 1980 às mobilizações contra as reformas trabalhista e da previdência, bem como as batalhas contra a informalidade no trabalho e pela garantia de que o avanço das novas tecnologias gere melhores condições de trabalho — e não precarização —, a CUT sempre esteve presente: nas ruas, nos locais de trabalho, nas portas de fábricas, escolas, hospitais, repartições públicas, no campo e também nas redes sociais, atuando pela classe trabalhadora.
A CUT tem como principais bandeiras de luta:
- Isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais;
- Taxação dos super ricos para garantir justiça tributária;
- Redução da jornada de trabalho sem redução salarial, pauta histórica representada hoje pelo fim da escala 6×1;
- Defesa da soberania nacional;
- E, principalmente, a defesa da democracia, que ainda continua sob ataque por setores extremistas de direita no país.
O 28 de agosto de 2025, aniversário da CUT, é uma data simbólica por também estar às vésperas de uma grande mobilização no dia 7 de setembro, que levará não somente a CUT, mas também as entidades e movimentos que integram as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo às ruas, em defesa das pautas citadas acima.







