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O encontro, que acontecerá no auditório Freitas Nobre, reunirá especialistas, parlamentares, pesquisadores e representações de trabalhadores do setor para discutir os impactos …

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O encontro, que acontecerá no auditório Freitas Nobre, reunirá especialistas, parlamentares, pesquisadores e representações de trabalhadores do setor para discutir os impactos …

fevereiro 2026

FNU é eleita para novo triênio do Conselho das Cidades e consolida protagonismo na 6ª ConCidades

A Federação Nacional dos Urbanitários (FNU) foi eleita para compor o novo Conselho das Cidades (ConCidades) pelo segmento dos trabalhadores e trabalhadoras para o próximo triênio. A votação ocorreu na manhã desta sexta-feira (27/2), durante a plenária no segmento, no encerramento da 6ª Conferência Nacional das Cidades, em Brasília. Ao todo, oito entidades foram eleitas para representar o segmento dos trabalhadores no novo ciclo do Conselho. A FNU figura entre as entidades titulares e suplentes, consolidando sua presença no espaço nacional de formulação e acompanhamento das políticas urbanas. A eleição reforça o protagonismo da Federação ao longo da 6ª ConCidades, marcada por intensa participação nos debates sobre saneamento, habitação, mobilidade, financiamento da política urbana e fortalecimento do controle social. Compromisso com o direito à cidade e os serviços públicos O presidente da FNU, Pedro Damásio, destacou que a permanência da entidade no ConCidades é resultado de um trabalho contínuo de articulação e defesa dos interesses da classe trabalhadora. “A eleição da FNU para o próximo triênio do Conselho das Cidades reafirma o reconhecimento do nosso papel, enquanto entidade de representação nacional dos urbanitários, na defesa do saneamento público, das empresas públicas, do planejamento urbano democrático e do direito à cidade. Seguiremos atuando com firmeza para que as políticas urbanas tenham como prioridade a população trabalhadora.” Damásio ressaltou ainda que o Conselho das Cidades é um espaço estratégico de participação social. “É no ConCidades que se discutem diretrizes que impactam diretamente a vida nas periferias, o acesso a direitos fundamentais, como moradia, mobilidade, água, saneamento, energia elétrica, gás e meio ambiente com qualidade de vida. A FNU continuará defendendo que serviços essenciais sejam públicos, universais e com controle social.” Unidade dos trabalhadores fortalece representação A secretária-geral da FNU, Iara Nascimento, também representante da entidade no atual Conselho das Cidades, destacou a importância da unidade do segmento dos trabalhadores na votação. “A aprovação por unanimidade demonstra a força e a coesão do segmento dos trabalhadores. A FNU segue comprometida com a construção coletiva das políticas urbanas e com a defesa de cidades mais justas, inclusivas e sustentáveis.” Ela acrescentou que o novo triênio será decisivo para consolidar as diretrizes debatidas na Conferência. “Nossa responsabilidade agora é transformar as deliberações da 6ª ConCidades em ações concretas, fortalecendo a participação social e garantindo que o desenvolvimento urbano esteja a serviço da maioria da população.” Entidades eleitas pelo segmento dos trabalhadores Além da FNU, foram eleitas para compor o novo Conselho das Cidades, pelo segmento dos trabalhadores, as seguintes entidades:

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Pauta de Reivindicações entregue

Proposta de negociação para 16/03 No dia 20 de fevereiro, a Pauta de Reivindicações da data-base 2026 foi enviada pelo Sindicato dos Urbanitários do Pará à direção da Cosanpa. Juntamente com a Pauta de Reivindicações, foi protocolado um ofício (veja cópia ao lado), propondo reunião de negociação da data-base 2026 para o dia 16 de março. Passada uma semana, a direção da empresa ainda não respondeu ao ofício encaminhado pela entidade sindical. A pauta entregue à Cosanpa foi deliberada pela categoria em assembleia, realizada no dia 18 de fevereiro. Negociação da Data-base 2026 Nesta data-base, Sindicato e empresa irão negociar exclusivamente as cláusulas de cunho econômico, conforme deliberado pela categoria. Cláusulas em negociação Além das cláusulas acima, também fazem parte da pauta:

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PESQUISA INÉDITA APONTA: SINDICATO IMPORTA, SIM!

A pesquisa inédita da CUT, encomendada ao Vox Populi, traz um dado que muita gente poderosa não quer que você veja: 📊 68% dos trabalhadores reconhecem a importância dos sindicatos. Mesmo com ataques constantes, desinformação e tentativas de enfraquecer a organização coletiva, a maioria da classe trabalhadora sabe que ninguém conquista direitos sozinho. Não é por acaso que setores da direita, grandes interesses econômicos e parte da mídia tentam desacreditar os sindicatos.Quando o trabalhador se organiza, ele conquista salário melhor, direitos e dignidade. ✊ Direitos não caem do céu. São fruto de luta. Por isso, fortaleça quem luta por você.Participe escaneando o QR Code nos cards.

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Data-base 2026: Assembleia Online – 20 de fevereiro, às 19h

📌 A data-base dos trabalhadores/as da State Grid – BELO MONTE TRANSMISSORA DE ENERGIA SPE S.A. (BMTE) e XINGU RIO TRANSMISSORA DE ENERGIA S.A. (XRTE), base Pará, transcorre em 1º de março. Iniciando o processo que objetiva a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), com avanços nos direitos e benefícios, o Sindicato dos Urbanitários do Pará realizará assembleia informativa e deliberativa no: 📅 Dia: 20 de fevereiro (sexta-feira) ⏰ Horário: 💻 Modalidade: Assembleia por videoconferência, pela plataforma Zoom Nesta assembleia, vamos definir a Pauta de Reivindicações. Participe! 🔗 LINK DE ACESSO À ASSEMBLEIA 👉 https://us06web.zoom.us/j/83513639373 ID da reunião: 835 1363 9373 📱 O aplicativo pode ser acessado por meio de telefone celular ou computador pessoal. ✊ PARTICIPE!

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🎉 Feliz Aniversário, Pedro Damásio! 🎉

Neste dia especial, os Urbanitários do Pará prestam uma justa homenagem a Pedro Damásio, presidente da Federação Nacional dos Urbanitários – FNU, desejando saúde, sabedoria e muitos anos de vida. Sua trajetória é marcada pelo compromisso com a luta sindical, pela defesa dos direitos da classe trabalhadora e pela incansável dedicação ao fortalecimento do movimento dos urbanitários em todo o Brasil. Que este novo ciclo seja repleto de conquistas, união e avanços em prol dos trabalhadores e trabalhadoras que o senhor representa com firmeza e responsabilidade. Receba nosso reconhecimento, respeito e votos de sucesso contínuo. Parabéns!Urbanitários do Pará

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Redução da jornada de trabalho teria custo similar ao de reajustes históricos do salário mínimo

Nos grandes setores, como indústria e comércio, o aumento no custo operacional seria inferior a 1%; nota técnica também contesta relação mecânica entre diminuição de jornada e redução do PIB Os custos de uma eventual redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais seriam similares aos impactos observados em reajustes históricos do salário-mínimo no Brasil, o que indica uma capacidade de absorção da medida pelo mercado de trabalho. A conclusão é de uma nota técnica publicada no dia 10 de fevereiro pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que analisa os efeitos econômicos da eventual redução da jornada hoje predominante de 44 horas semanais, associada à escala 6×1. Impacto nos grandes setores Considerando os grandes setores, como indústria e comércio, nos quais estão mais de 13 milhões de trabalhadores, o impacto direto de uma redução da jornada para 40 horas seria inferior a 1% do custo operacional. Os resultados indicam que a maioria dos setores produtivos apresenta capacidade de absorver aumentos nos custos do trabalho, ainda que alguns segmentos demandem atenção específica. Base do estudo e metodologia A análise feita pelos técnicos de planejamento e pesquisa Felipe Pateo e Joana Melo e pela bolsista Juliane Círiaco é baseada nos microdados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2023. O estudo analisa a redução da jornada de trabalho como um aumento do custo da hora trabalhada, adotando uma abordagem distinta de parte da literatura acadêmica, que tende associar a redução da jornada a uma queda automática do PIB. Mantida a remuneração nominal, a redução da jornada eleva o custo da hora de trabalho na mesma proporção do aumento do salário-hora, calculado pela divisão do salário semanal pelo número de horas trabalhadas na semana. “A limitação da carga horária do trabalhador é entendida como um aumento do custo da hora de trabalho. Os empresários podem reagir de diversas formas a esse aumento, reduzir a produção é uma delas, mas eles podem também buscar aumentos na produtividade ou contratar mais trabalhadores para suprir a carga horária que cada um dos empregados anteriores deixou de disponibilizar”, explica Felipe Pateo, técnico de planejamento e pesquisa na Diretoria de Estudos e Políticas Sociais (Disoc/Ipea). Efeitos nos custos do trabalho A redução da jornada de trabalho elevaria o custo médio do trabalho celetista em 7,84% no caso de uma jornada de 40 horas semanais. Porém, ponderando os resultados pelo peso do trabalho no custo total de cada setor, as estimativas indicam efeitos reduzidos nos custos totais. Nos grandes setores com forte geração de empregos, como a indústria e o comércio, o efeito estimado é inferior a 1% do custo operacional total, o que indica maior capacidade de absorção de eventuais mudanças na jornada. Já empresas de serviços como vigilância e limpeza tendem a ser mais diretamente afetadas, devido à elevada participação da mão de obra em seus custos. O maior impacto em termos de custo operacional é de 6,6% para o setor de vigilância, segurança e investigação. Experiências anteriores no Brasil Os autores argumentam que não necessariamente o aumento do custo do trabalho implica redução da produção ou aumento de desemprego. Segundo eles, o Brasil já enfrentou choques relevantes no custo do trabalho, como os associados a aumentos do salário-mínimo. Aumentos reais, que chegaram a 12% em 2001, 7,6% em 2012 e 5,6% em 2024, não causaram efeitos negativos sobre o nível de emprego. A redução da jornada de trabalho prevista na Constituição de 1988 também não teve impacto negativo sobre o emprego. Impactos setoriais A grande maioria dos 44 milhões de trabalhadores celetistas na RAIS 2023 tinha jornada de 44h semanais: 31.779.457, o que equivale a 74% dos que tinham jornada informada. Em 31 dos 87 setores econômicos analisados, mais de 90% dos trabalhadores têm jornadas acima de 40h semanais. Alguns segmentos do setor de serviços se destacam pela combinação entre forte uso de mão de obra e impacto relativamente maior nos custos, como: Nesses casos, o efeito mais direto da redução da jornada indica a importância da realização de estudos para avaliar a necessidade de medidas governamentais para mitigar eventuais impactos. Grandes empregadores, como os da fabricação de produtos alimentícios e comércio atacadista e de veículos, registrariam impacto inferior a 1% nos custos. Somados, esses setores concentram cerca de 6,5 milhões de vínculos de trabalho. Cerca de 10 milhões de vínculos estão em setores nos quais o aumento do custo da mão de obra supera 3% do custo total da atividade, e aproximadamente 3 milhões em setores com impacto superior a 5%. “Nós verificamos, através de dados das pesquisas setoriais do IBGE, que o trabalho ocupa hoje uma parcela relativamente pequena do custo operacional desses setores”, destaca Pateo. “Como o impacto de uma mudança legislativa no custo da hora de trabalho é moderado (10% no caso de redução de 44 para 40 horas), a ponderação com a participação do custo de trabalho no custo operacional total leva à conclusão de que o impacto total no custo da operação do comércio varejista seria pouco superior a 1%”. “No caso da indústria, nós desagregamos a análise em 23 diferentes setores, mas a lógica é a mesma”, continua. Tamanho das empresas Além dos critérios setoriais, a análise considera o porte das empresas e sua capacidade de reorganizar as escalas de trabalho. Empresas menores têm, proporcionalmente, mais trabalhadores com jornadas superiores a 40h. Enquanto a média nacional indica que 79,7% dos trabalhadores têm jornadas superiores a 40 horas semanais, esse percentual sobe para: Os trabalhadores atualmente submetidos a jornadas superiores a 40 horas somam: O redirecionamento do olhar para as pequenas empresas revela setores como educação, atividades de organizações associativas e outros serviços pessoais, como lavanderias e cabeleireiros, nos quais predominam jornadas estendidas. Jornada de 44 horas concentra menor renda e escolaridade A remuneração mensal média para os vínculos de 40h semanais é de R$ 6.211. Os trabalhadores com jornada de 44h recebem, em média, apenas 42,3% desse valor. A desigualdade é ainda maior quando se observa o salário por hora: a remuneração horária da jornada

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Data-base 2026: Assembleia dia 12 de fevereiro, às 18h, presencial e online

A data-base dos trabalhadores e trabalhadoras da Cosanpa ocorre em 1º de maio. Para iniciar o processo de negociação, o Sindicato dos Urbanitários do Pará realizará assembleia no dia 12 de fevereiro (quinta-feira), às 18h, de forma híbrida: O Edital de Convocação da Assembleia (veja ao lado) foi publicado no Amazônia Jornal, edição de 06/02, em conformidade com o Estatuto Social da entidade sindical. Nesta assembleia, você, trabalhador(a) da Cosanpa, irá, juntamente com o Sindicato, deliberar a Pauta de Reivindicações, documento base para a negociação da renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). 👉 Sua participação é fundamental para o fortalecimento da luta e para o alcance das reivindicações. Participe! Reunião com a Cosanpa Na segunda-feira, 09 de fevereiro, o Sindicato dos Urbanitários do Pará reuniu-se com a diretoria da Cosanpa.📢 Os informes dessa reunião serão repassados nesta terça-feira, 10 de fevereiro. Fique atento(a)! ✊ Vamos em frente. A luta continua!

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